A dinâmica para do juri simulado

A dinâmica para do juri simulado

 Objetivos

  1. Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
  2. Exercitar a expressão e o raciocínio.
  3. Desenvolver o senso crítico.

Participantes (funções)

Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.

Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.

Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação. Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.

Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar:(3,5 ou 7)

Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o júri, acompanham em silêncio.

 

Passos

  1. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser
  2. Orientação aos
  3. Preparação para o júri.
  4. Juiz abre a sessão.
  5. Advogado de acusação(promotor) acusa o réu ou ré(a questão em pauta).
  6. Advogado de defesa defende o réu ou a ré.
  7. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
  8. Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
  9. Advogado de defesa, retoma a
  10. Intervenção da testemunha de
  11. Jurados decidem a sentença, junto com o
  12. O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que
  13. Leitura e justificativa da sentença pelo

 

Avaliação

  1. Que proveito tiramos da dinâmica?
  2. Como nos sentimos?
  3. O que mais nos agradou?
  4. O que podemos melhorar?

A entrevista para obter respostas

A entrevista para obter respostas 

Objetivos

  1. Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um
  2. Utilizar melhor os conhecimentos de um
  3. Obter mais informações em menos
  4. Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.

Passos

  1. Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo(propositalmente).
  2. Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do
  3. O grupo define o
  4. O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a
  5. Convite ao
  6. Representante do grupo faz as
  7. Auditório vai registrando as
  8. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo
  9. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
  10. Discussão sobre o
  11. Grupo(auditório) apresenta, verbalmente, suas conclusões.

Avaliação

  1. Para que serviu a dinâmica?
  2. O que descobrimos através da entrevista?
  3. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?

20 Dinâmicas Cristã com referência Bíblicas

20 Dinâmicas Cristã com referência Bíblicas

  1. Quem sou eu

 Objetivo: apresentação e entrosamento

 Material: papel, lápis, e lápis de cor.

 Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho como é sua vida, pode-se desenhar algo marcante.

 Exemplo: Seu trabalho, sua família, seu estudo, etc…

Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação, pois cada um não deve ser influenciado.

Num segundo momento as pessoas se reúnem num grupo em forma de circulo, se a quantidade de participante não for tão grande ou subgrupos se houver várias pessoas e se apresentam dentro do circulo dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o e dizendo porque escolheu fazer este desenho de sua vida.

As pessoas ficam a vontade para fazerem comentários e/ou perguntas.

Termino:

O ministrador diz que ele agora não está só, pois somos um em Cristo Jesus, e que ele pode contar com o apoio de todos.

Palavra de Deus:

 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Romanos 12:15

 

  1. Mancha ou ponto

Objetivo: refletir sobre a vida e sobre a gratidão…

Material: um

a folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.

Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.

Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.

Fazer a explicação: geralmente nos focamos apenas nos aspectos negativos dos acontecimentos, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.

Se o ponto negro fosse seu problema todo o restante seria a presença de Deus ao redor.

Palavra de Deus: Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.1 João 4:4

 

  1. Identificação Pessoal com a Natureza

Objetivos: Conhecer o poder de Deus na criação
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
Pegar de 5 a 10 imagens de paisagens destacando as estações do ano e regiões distintas. Cada imagem tem um número.

  1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza ou a imagem que mais lhe chama a atenção e reflete.

Depois deve descrever numa folha porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos ou um único grupo para comentar sobre as imagens.
4. Ao final todos devem orar agradecendo a Deus pela vida e pelas maravilhas que ele criou para nós.

Palavra de Deus: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1:26

 

  1. Minha vida é ???

Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:

Escrever numa folha de papel algumas reflexões.
1. Como eu sou?
– Ressalte suas qualidades e defeitos.

2. Como as pessoas me vêem?
– As pessoas no meu ambiente de trabalho
– As pessoas da minha família
– As pessoas da igreja.

– As pessoas da minha escola ou outros ambientes de convívio.

  1. Como eu deveria ser?

A últimas questão deverá ser feito depois que todos tiverem terminado.

  1. Como Deus gostaria que eu fosse?

Concluindo: Fazer um grupo e deixar que todos falem sobre suas conclusões.

Palavra de Deus:

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Gênesis 1:27

 

  1. O outro Lado

Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.

Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).

O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.

A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.

Repete-se a ordem várias vezes. Até que todos cheguem juntos.

O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.

NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras…) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.

Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:

– Como cada um se sentiu?

– Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?

– Quem ais correu ou empurrou?

– De que forma as lideranças foram se manifestando???

– Houve desistência no meio do caminho?

– Surgiram animadores???

Palavra de Deus:
Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. 1 Coríntios 12:12

 

  1. Espelho

Objetivo: Partilha dos sentimentos.

Desenvolvimento: O ambiente deve ser silencioso.

Cada um deve pensar em alguém que lhe seja muito importante, aquém gostaria da atenção em todos os momentos, alguém que se ama de verdade, que merece todo cuidado.

Pensar nos motivos que as tornam tão amada.

(Deixar tempo para interiorização).

Agora cada um vai encontrar a pessoa que lhe tem um grande significado.

Cada um em silêncio profundo se dirige até a caixa, olha a tampa e volta em silêncio para seu lugar. Depois se faz a partilha dos próprios sentimentos, das reflexões e conclusões de cada um.

No fundo da caixa há um espelho ao olhar a pessoa vê seu reflexo e sendo assim a pessoa compreende a importância de fazer boas escolhas para si mesmo a auto estima elevada quando percebemos a nossa importância.

Palavra de Deus: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

 

  1. Números

Objetivos: Conhecimentos Pessoais.

Material: Cartões com números diferentes.

Desenvolvimento: Cada participante recebe um número que não deve ser mostrado para ninguém.

Dada a ordem, cada um vai procurar o número igual e não acha.

Comentam-se as conclusões tiradas (Somos únicos e irrepetíveis perante o outro).

Palavra de Deus: Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?  Lucas 15:4

 

  1. Sensações de vida ou morte

Objetivo: analisar o tempo de vida e as prioridades.

Material: caixas de palito de fósforo.

Desenvolvimento: grupo em círculo e ambiente escuro.

Quando o animador disser já todos devem acender um palito de fósforo, e começar a pensar tudo que ele deseja que aconteça em sua vida até que o palito se acabe.

Reflexão:

  1. O tempo da chama é curto é preciso priorizar as necessidades.
  2. A chama simboliza a vida, quem nos dá a vida é Deus e somente ele pode decidir quando a chama se apagará.
  3. Somos como o palito, Deus é a vida em nós, temos sido gratos pelo o que ele nos deu?
  4. A chama que se apaga no mundo deverá se acender no dia do julgamento perante o senhor, estamos dispostos a ser chama viva para toda a eternidade? Merecemos tal dádiva?

Analisar a dinâmica e os sentimentos.

Palavra de Deus: O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10

 

  1. Meu presente para você.

Objetivo: celebração penitencial e compromisso.

Material: não há material, usar a imaginação.

Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.

Colocar a imagens em folhas de papel de:

  • um machado,
  • uma rosa
  • uma bomba.

Numa caixa deve conter os nomes dos participantes. Então cada um deverá pegar um nome sem comentar sobre o nome sorteado.

Um dos participantes pega uma das imagens.(machado, rosa ou óculos) Lê o nome da pessoa sorteada e diz porque ela daria este presente.

Exemplo1: eu te dou esta rosa para que você seja como ela delicada e bonita e exale perfume da sua presença.

Exemplo 2: Eu te dou o machado para que você arranque todo mal humor da sua vida.

Exemplo 3: Eu te dou bomba para acabar com todas as brigas em sua casa.

Observações: Você pode acrescentar outros objetos, com outros sentidos.

Palavra de Deus:

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Mateus 7:7

 

  1. Nossos Valores

Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.

Material: Cartões com valores escritos

Exemplo: Calmo, extrovertido, tímido, paciente, nervoso, ansioso, perseverante, triste, feliz

Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão aleatório com um valor que ela deve analisar se possuem ou não tal qualidade. Analisar:

Se possui: Porque eu possuo esta qualidade.

Se não possuo: Porque não possuo esta qualidade.

Deixar um momento para a reflexão pessoal.

Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor, se houver ela deve entregar para ela o cartão e dizer porque acredita que ela tem tal qualidade.

Só no final da dinâmica, recolher todos os cartões.

Entregar a cada participante papel e caneta. Ler cada cartão e pedir que as pessoas anotem em duas colunas. Sendo a 1ª coluna os valores que possuem e na 2ª coluna os valores que julgar não possuir.

Peça que escreva no final da folha as qualidades que perceberem que não são boas mais que elas julgarem que possuem.

Todos devem levar as más qualidades amassadas e jogarem no lixo.

No final recolher as más qualidades e colocar fogo, e convidar os participantes a abandonarem as más qualidades.

E dizer que restou no papel as boas qualidades, peça que eles guardem e pratiquem as boas qualidades, e faça uma oração pedindo a Deus que os conceda as virtudes que ficaram, dando a todos força para perseverarem nas boas qualidades e força para abandonar as más qualidades

Palavra de Deus:

5 – E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.

6 – E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

7 – Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.

8 – Porque a um pelo Espírito é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência;

9 – E a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar;

10 – E a outro a operação de maravilhas; e a outro a profecia; e a outro o dom de discernir os espíritos; e a outro a variedade de línguas; e a outro a interpretação das línguas.

11 – Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. I Coríntios 12:5-11

 

  1. Valores 2

Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.

Material: folhas, canetas e alfinetes.

Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.

Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.

Palavra de Deus:

1 – LOUVAI ao SENHOR. Louvarei ao SENHOR de todo o meu coração, na assembléia dos justos e na congregação.

2 – Grandes são as obras do SENHOR, procuradas por todos os que nelas tomam prazer.

3 – A sua obra tem glória e majestade, e a sua justiça permanece para sempre.

4 – Fez com que as suas maravilhas fossem lembradas; piedoso e misericordioso é o SENHOR.

5 – Deu mantimento aos que o temem; lembrar-se-á sempre da sua aliança.

6 – Anunciou ao seu povo o poder das suas obras, para lhe dar a herança dos gentios.

7 – As obras das suas mãos são verdade e juízo, seguros todos os seus mandamentos.

8 – Permanecem firmes para todo o sempre; e são feitos em verdade e retidão.

9 – Redenção enviou ao seu povo; ordenou a sua aliança para sempre; santo e tremendo é o seu nome.

10 – O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre. Salmos 111:1-10

 

  1. Dinâmica de apresentação

Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Desenvolvimento:

Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.

O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.

Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.

Palavra de Deus

17 – Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe. Apocalipse 2:17

 

  1. O Helicóptero

Objetivo: apresentação e entrosamento.

Desenvolvimento: (duração 40 minutos).

Faz-se um círculo com os participantes.

O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.

O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).

O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.

Um pessoa chega e no pescoço está escrito numa placa, Helicóptero.

 

  1. a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas. Escolha rapidamente quem deve ir. (a pessoa com a placa escrita helicóptero pega na mão das pessoas e as leva a uma outra sala ou fora da sala atual)
  2. b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, Escolha rapidamente quem deve ir
  3. c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará três pessoas. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar. O tempo é curto, por isso deve-se decidir rapidamente quem vai.
  4. e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Dê uma pausa para que as pessoas possam expressar suas frustrações. Temos que sair de botes pequenos. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa com quem não se conversou ainda.

Pegar na mão um do outro e com a outra mão devem remar.

Lembrar que se soltarem as mãos todos iram se afogar. Por isso todos devem se comprometer a ajudar o outro e não o abandonar em hipótese alguma.

Devem dar três voltas na sala e saírem.

Retorne a sala e pergunte o que acharam da experiência.

 

Palavra de Deus

34 – Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.

35 – Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:34-35

 

  1. Virar pelo avesso

Objetivo: Despertar o grupo para a importância da União e interação na igreja, a organização na busca de alternativas.

Desenvolvimento:

1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.

2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão virar o corpo e sem soltar as mãos virarem seus corpos para fora do círculo.

3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.

4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.

 

Analisar a dinâmica:

O que viam? Como se sentiram?

Foi fácil encontrar a saída? Porquê?

Alguém desanimou? Porquê?

O que isto tem a ver com o nosso dia a dia na igreja? Como superar as dificuldades e continuarmos unidos.

Como tem sido na sociedade e na igreja, quais as diferenças.

O que nós podemos fazer para criar um ambiente de segurança e confiança na igreja para que tudo que viermos a resolver seja em harmonia.

 

Obs.: Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.

Palavra de Deus:

18 – Totalmente desfalecerás, assim tu como este povo que está contigo; porque este negócio é mui difícil para ti; tu só não o podes fazer.

19 – Ouve agora minha voz, eu te aconselharei, e Deus será contigo. Sê tu pelo povo diante de Deus, e leva tu as causas a Deus;

20 – E declara-lhes os estatutos e as leis, e faze-lhes saber o caminho em que devem andar, e a obra que devem fazer.

21 – E tu dentre todo o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, que odeiem a avareza; e põe-nos sobre eles por maiorais de mil, maiorais de cem, maiorais de cinqüenta, e maiorais de dez;

22 – Para que julguem este povo em todo o tempo; e seja que todo o negócio grave tragam a ti, mas todo o negócio pequeno eles o julguem; assim a ti mesmo te aliviarás da carga, e eles a levarão contigo.

23 – Se isto fizeres, e Deus to mandar, poderás então subsistir; assim também todo este povo em paz irá ao seu lugar.

24 – E Moisés deu ouvidos à voz de seu sogro, e fez tudo quanto tinha dito; Êxodo 18:18-24

 

  1. Os infiltrados

Participantes: Bom para mais de 15 pessoas.

Tempo: de 15 a 30 minutos.

Descrição: Forma-se 2 grupos, escolham 2 líderes que são orientados por quem está aplicando a dinâmica a agirem da seguinte forma.

1 Líder deve concordar com todas as opiniões, mudando na medida que opiniões divergentes forem apresentadas. Sem um líder fraco sem opinião própria e sem pulso para organizar nada.

2º Líder deve descordar com todas as opiniões, usa de sua posição de líder para impor suas vontades. È autoritário e arrogante, as vezes desrespeita a opinião e o falar, falando quando alguém começa a expressar sua opinião.

 

A missão: Os grupos formados devem tentar construir um barco usando diversos materiais. Tais como: Cola, Lápis, garrafa pet, fita crepe, tesoura, cartolina, tinta e jornal

Analise da dinâmica com os grupos: Revelar os infiltrados e mostrar que nem os permissivos e nem os arrogantes conseguem agradar as pessoas e consequentemente não agradam a Deus. E que cada um analise seu próprio comportamento, refletindo se ele não tem tido comportamentos iguais aos que os líderes de grupo apresentados.

Abrir discursão de como seria um líder ideal. Ressaltar a importância da temperança na direção dos trabalhos.

Palavra de Deus:

22 – Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Gálatas 5:22

 

  1. Encontro de Grupos

Participantes: grupos de 3 a 5 pessoas.

Tempo: 1 hora.

Material: folhas grandes de cartolina

Descrição: o coordenador forma vários grupos. Sorteia-se os grupo Exemplo o grupo A deve ficar com o grupo C o grupo D deve ficar com o grupo A , assim por diante. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina sobre como é o grupo ao qual ficou sorteado. Os grupo não deveram saber quem sai com quem. E responder as seguintes perguntas

  1. Como o nosso grupo vê o outro grupo?
  2. Como o nosso grupo pensa que somos vistos por outro grupo?

Após 40 minutos reuni-se todo(s) representante(s) de cada grupo deverá expor a conclusão do mesmo. Mais uma vez os grupos se reúnem para analisar e justificam os itens que eles acreditam que foram corretamente/incorretamente apontados sobre eles.

Analise da dinâmica com os grupos: Cada pessoa tem uma forma de enxergar a outra, porém essa ideia de como a outra pessoa é não corresponde a ideia que cada um faz de si mesmo.

Nesta dinâmica o objetivo é que cada pessoa analise e reflita que tipo de imagem temos passado para as outras pessoas, e se de fato temos atitudes que as vezes não notamos mais que sempre estamos demonstrando a outras pessoas.

Palavra de Deus:

28 – Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.

I Coríntios 11:28

 

  1. Espelho

Participantes: Sem determinação

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.

Descrição: O coordenador motiva o grupo: “Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade… com quem estabeleceu íntima comunhão… que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente… Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida…” Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: “… Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida”.Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.

Palavra de Deus:

18 – Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

II Coríntios 3:18

 

  1. Evangelho em pedaços

Participantes: 10 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 15 minutos

Material: Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.

Descrição: Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo, entender qual a mensagem da passagem Bíblica. Como você pode trazer essa mensagem que você refletiu para o seu dia-a-dia. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo. Ao final, é aberto o debato sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.

Palavra de Deus:

32 – E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32

 

  1. Conhecendo o grupo

Participantes: 25 a 30 pessoas

Tempo: 30 minutos

Material: papel com perguntas para ser respondida em público para cada membro.

Descrição: o coordenador faz uma breve introdução do exercício, falando sobre a descoberta pessoal e a importância do exercício; distribuir, uma papeleta para cada um; um a um, os participantes lerão a pergunta que estiver na papeleta, na ordem em que se encontrarem no grupo. ou seja, escolha alguém para começar e girando no sentido horário todos deverem procurar responder com toda sinceridade; a pergunta que saiu para ela, após cada pergunta o coordenado perguntará aleatoriamente a alguém do grupo o que ele acha da resposta, se concorda, se não concorda e porque.

Exemplos de pergunta:

  1. Qual o seu hobby predileto ou como você preenche o seu tempo livre
  2. Que importância tem a religião na sua vida
  3. O que mais o aborrece
  4. Como você encara o divórcio
  5. Qual a emoção é mais difícil de se controlar
  6. Qual a pessoa do grupo que lhe é mais atraente
  7. Qual a comida que você menos gosta
  8. Qual o traço de personalidade que lhe é mais marcante
  9. Qual é, no momento, o seu maior problema
  10. Na sua infância, quais foram os maiores castigos ou críticas recebidas
  11. Como estudante, quais as atividades em que participou
  12. Quais são seus maiores receios em relação à vivência em grupo
  13. Qual é a sua queixa em relação à vivência em grupo
  14. Você gosta do seu nome
  15. Quem do grupo você escolheria para seu líder
  16. Quem do grupo você escolheria para com ele passar suas férias
  17. Você gosta mais de viver numa casa ou num apartamento
  18. Qual o pais que você gostaria de visitar
  19. Quais são algumas das causas da falta de relacionamento entre alguns pais e filhos
  20. Se você fosse presidente da república, qual seria sua meta prioritária.
Palavra de Deus:

1 – OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. Salmos 133:1

 

  1. Guiando o cego

Participantes: Indefinido sendo Nº pares de pessoas.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Alguns vendas ou lençóis, e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.

Descrição: O coordenador venda os olhos de todas, caso não tenha vendas o coordenador devera pedir a todos que fechem os olhos. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo. Sendo guiados apenas pela voz de um parceiro. Após este tempo deve-se realizar alguns questionamentos para os mesmos, tais como:

  • Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
  • Tiveram medo? Por quê? De quê?
  • Que acham da sorte dos cegos?

Em seguida, troca-se os papeis, quem estava vendado agora ira conduzir. Após este tempo deve-se realizados os seguintes questionamentos:

  • Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
  • Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
  • É preferível sozinho ou com um guia? Por quê?
Palavra de Deus:

O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32;Jo 9,1-39). Qual a semelhança que se pode encontrar, por exemplo, entre o relato de Lucas e a sociedade moderna? Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?

28 Dinâmicas de recreação e descontração

28 Dinâmicas de recreação e descontração

1 – OLÁ, COMO VAI?

Público e Contexto: Grupos em nucleação, encontros, retiros, com pessoas que não se conhecem.

Objetivo: “quebrar o gelo”

Material: nenhum

Tempo: 1 hora (dependendo do número de pessoas é possível dividir em grupos e cada grupo realizar a sua dinâmica)

Desenvolvimento: Formar um círculo, com todos os participantes, pedir que cada um e apresente e pro-cure conversar alguns minutos com a pessoa a sua esquerda e a sua direita. Pedir que todos mudem de posição aleatoriamente e pedir que após a mudança novamente se apresentem e conversem um pouco e falem sobre as duas pessoas com quem falaram antes. Depois cada membro fala em plenário, em no máximo 3 minutos, se apresenta e fala sobre as 4 pessoas às quais se apresentou.

2 – CASA, MORADOR E TERREMOTO

Participantes: De 5 trios para cima mais 2 pessoas . Exemplo: 6 trios (6×3 18 pessoas) + 2 pessoas . Total 20 pessoas

Tempo Estimado: até que a mesma pessoa sobre três vezes.

Modalidade: Quebra Gelo.

Objetivo: Fazer com que os jovens que participarão de uma assembléia ou reunião do tipo se soltem e participam mais soltos.

Material: uma cadeira ou banco e um espaço não muito apertado.

Desenvolvimento:

• O ANIMADOR fica encima da cadeira ou banco explicando para que se formem os tri-os, sendo que em cada trio ficam duas pes-soas, uma de frente para outra, de mãos da-das e a terceira pessoa no meio das duas. Após formado todos os trios, tem que ficar sobrando uma pessoa (somente uma pes-soa).
• O ANIMADOR vai descrevendo os papéis de cada um. Aqueles que estão no trio no meio das duas pessoas serão os MORADORES, os que estão de mãos dadas serão as CA-SAS e aquele que sobrou deverá, após o comando, fazer parte de uma CASA ou ser um MORADOR. Os comandos:

1. Quando o ANIMADOR falar MORADOR, aí os MORADORES de cada trio deverão sair de suas CASAS e procurar outra, aquele que estava de fora aproveitará e procurará uma nova CASA.
2. Quando o ANIMADOR falar CASA, as CA-SAS deverão deixar seus MORADORES e procurar outro MORADOR mas só pode so-brar uma pessoa, se sobrar duas pessoas os integrantes da CASA poderão virar um MORADOR.
3. Quando o ANIMADOR falar TERREMOTO aí vai ser uma bagunça geral, tanto os MORA-DORES quanto as CASAS deverão se des-manchar por completo e formarem novas CASAS e novos MORADORES. Aquela pes-soa que sobrar três vezes deverá pagar um mico pré-determinado ou não.

Possíveis questionamentos:

• Vocês se concentraram para entendimento da dinâmica?
• Houve algum tipo de vantagem ou combina-ção, tipo panelinha, para que o amigo mais próximo não sobrasse?
• Houve respeito na hora da explicação da di-nâmica?
• Alguém se preocupou de incentivar os mais tímidos a participarem da dinâmica?

3 – Cristão não falta

Objetivo:

• A reunião do grupo (um grupo com 2 anos de caminhada, mas ainda na fase da nucle-ação, com membros em média de 15 a 16 anos) não foi muito positiva, vários membros não prestaram atenção, a discussão foi monopolizada varias vezes pela coordenadora, no entanto essa brincadeira mudou muito o humor de alguns participantes
• Trata-se do “Cristão não falta”, uma dinâmica ou jogo comunitário que serve como lazer…

Desenvolvimento:

• Os participantes são colocados em um se-micírculo.
• É estabelecida uma hierarquia dessas pes-soas (por exemplo): na Igreja: [Pastor, Lider de Louvor, etc.. até o Cristão, que é o úl-timo]
• Começa-se assim – O Pastor (se utilizarmos a hierarquia da Igreja) dá inicio ao jogo di-zendo: “O Pastor passou vistoria na Igreja e sentiu falta do Líder das crianças. A pessoa que está como Líder das crianças levanta-se (por estar num cargo abaixo do Papa) e diz: O Líder das crianças não falta. Quem falta é o Cristão… O Cristão se levanta (por estar abaixo do sacristão) e diz: O Cristão não fal-ta, quem falta é o Levita. O Levita diz e diz: “O Levita não falta. Quem falta é o…” e as-sim por diante, sempre prestando atenção. Se um membro erra ao se levantar, ou por não se levantar, ou por engasgar, ameaçar levantar, essa pessoa vai imediatamente pa-ra o lugar do Cristão.

4 – NÓ

Material: Não é necessário

Desenvolvimento:

• Os participantes de pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esque-çam quem esta a seu lado esquerdo e direi-to.
• Após esta observação, o grupo deverá ca-minhar livremente. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um de-ve permanecer no lugar exato que está. En-tão cada participante deverá dar à mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão es-querda. (como no início)
• Com certeza, ficará um pouco difícil devido à distância entre aqueles que estavam próxi-mos no início, mas o animador tem que mo-tivar para que ninguém mude ou saia do lu-gar ou troque o companheiro com o qual es-tava de mãos dadas.
• Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para a posição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio. (O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silencio-samente.) Se após algum tempo não conse-guirem voltar à posição inicial, o animador li-bera a comunicação.
• Enfim, partilha-se a experiência vivenciada. (destacar as dificuldades.)

Obs: Sempre é possível desatar o nó completamen-te, mas quanto maior for o grupo, mais difícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de 30, os demais ficam apenas participando de fora.

5 – TERREMOTO

Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7×3 = 21, sobra um).

Tempo: 40 minutos.

Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movi-mentar

Desenvolvimento:

• Dividir em grupos de três pessoas lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador. As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as du-as paredes. A pessoa que sobrar deverá gri-tar uma das três opções abaixo:
• MORADOR!!! – Todos os moradores trocam de “paredes”, devem sair de uma “casa” e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve ten-tar entrar em alguma “casa”, fazendo sobrar outra pessoa.
• PAREDE!!! – Dessa vez só as paredes tro-cam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. As-sim como no anterior, a pessoa do meio ten-ta tomar o lugar de alguém.
• TERREMOTO!!! – Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar…

Conclusão: Como se sentiram os que ficaram sem casa? Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio? Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?Na Escola? No Trabalho? Na Sociedade? Sugestão: Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica, já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!!

6 – RECITAL DAS ALMAS GÊMEAS

Objetivo: É uma atividade muito divertida, que tem como objetivo a descontração e a aproximação entre os membros do grupo.

Material: papel e caneta

Procedimento:

• Divide-se a turma em duas equipes. Em pa-peis serão escritas mensagens que se com-pletam (perguntas e respostas ou parte 1 e parte 2).
• Cada participante deverá pegar um papel, ou mais conforme a quantidade de papeis e participantes, sem deixar que seus colegas vejam o que está escrito. A mensagem será ex: 1 – ‘eu sou um jardim sem flor’, 2- ‘ eu sou à flor do teu jardim’.
• A segunda parte complementa a primeira. É importante que as mensagem sejam criativas e engraçadas. É preciso demarcar quais são as primeiras partes, para que sejam reci-tadas primeiramente, sendo completadas pela sua respectiva segunda parte.

7 – UM, DOIS, TRÊS

Objetivo: Quebra-gelo

Desenvolvimento:

• 1º momento: Formam-se duplas e então so-licite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil.
• 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente.
• 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar.
• 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêem uma “reboladinha”.

8 – UMA PEÇA A MAIS

Objetivos: Ajudar a descontrair o grupo durante uma reunião.

Material: Um voluntário e um cobertor.

Desenvolvimento:

• O coordenador solicita ao voluntário que se retire da sala e explica a brincadeira para to-do o grupo.
• O voluntário volta para a sala, é coberto com o cobertor e o coordenador vai orientado o voluntário: Você está com uma peça de roupa a mais, você deve tirá-la e jogar para fora.
• A cada peça que ele tira, o coordenador so-licita ao grupo que diga se é ou não a peça que está sobrando.
• O jogo vai seguindo até que o voluntário descubra qual a peça que está sobrando (o cobertor).
• Deve-se ter cuidado de para a brincadeira antes que o voluntário fique sem roupa, para não criar constrangimentos para ele nem pa-ra o grupo.

9 – ROMANCE DO CASAL

Objetivos: Oferecer um momento de descontração e, ao mesmo tempo, trabalhar a criatividade dos participantes.

Material: Lápis e papel para cada um e a lista de perguntas para o coordenador da dinâmica.

Desenvolvimento:

• Cada participante receberá um pedaço de papel a lápis.
• A todos se pedirá que escrevam, em ordem, o seguinte (é bom que se escreva o número de cada pergunta):

a. Um nome
b. Um lugar diferente
c. Uma idéia
d. Um espaço determinado
e. Um desejo
f. Um número
g. Sim ou não
h. Uma cor qualquer
i. Uma medida
j. Um hábito
k. Uma certa soma de dinheiro
l. Uma virtude
m. Uma canção
n. Nome de uma cidade
• Assim que todos tiverem terminado esta par-te, o líder começará a fazer as seguintes perguntas a cada participante.
• À pergunta 1, vai equivaler o que estiver es-crito na primeira linha da parte do exercício.
• Perguntas:

a. Qual é o nome do seu noivo(a)
b. Onde se encontraram pela primeira vez?
c. Que idade ele(a) tem?
d. Quanto tempo namoraram?
e. Quais são os seus propósitos?
f. Quantas declaração de amor você recebeu?
g. É convencido(a)?
h. Qual a cor dos seus olhos?
i. Que número de sapato calça?
j. Qual é o seu pior defeito?
k. Quanto dinheiro tem para gastar com ele?
l. Qual é a sua maior virtude?
m. Que canção você gostaria de escutar no seu casamento?
n. Onde vocês vão passar a lua de mel?

Observações: Esta lista pode ser aumentada ou modificada, dependendo do tipo de participantes.

10 – COSTA COM COSTA

Objetivo: Desencadear no grupo o processo de descontração, facilitar o entrosamento e alongar o corpo, despertando-o e criando maior disposição para os trabalhos grupais.

Desenvolvimento:

• Formar duplas.
• Cada dupla deve ficar posicionada costa com costa, bem juntinha.
• Pegar as mãos um do outro, por cima, de modo a ficarem bem esticados os braços.
• Segurando as mãos, dobrar bem devagar para a frente, ficando com o corpo do parceiro sobre as costas.
• Dobrar para a direita e para a esquerda, também.
• Efetuar cada movimento ais de uma vez (pe-lo menos três).
• Soltar as mãos, sem descolar os corpos.
• Começar a virar, lentamente, sem descolar, de forma que os dois de cada dupla fiquem frente a frente, bem juntinhos.
• Juntar as mãos, palma com palma.
• Ir abrindo os braços, cm as mãos coladas, bem devagar, forçando para a frente (forças opostas), ficando em forma de cruz (braços abertos).
• Deslizar as mãos e fechar os braços em tor-no do corpo do companheiro, abraçando-o.

Conclusão: Todo esse ritual… só para um abraço. Que bom! “Aproveite e abrace tantas pessoas quan-tas você queira e possa.”

11 – MOISÉS NO DESERTO

Desenvolvimento:

• O coordenador diz para o grupo, que ele re-presenta Moisés no deserto.
• começa a andar no meio do grupo e diz para uns quatro ou cinco participantes: “siga-me”.
• A pessoa convidada acompanha o Moisés.
• Feita a escolha, dirige-se ao meio do grupo e diz: “apresento-lhes os camelos de Moi-sés.”

12 – LABIRINTO

Destinatários: Grupos de Jovens

Material: uma bandeja e um vaso ou copo com água

Desenvolvimento:

• O grupo se divide em duas equipes, com igual número de participantes. Tomando-se pelos bra-ços, os integrantes de cada equipe formam um círculo. O animador pede um voluntário de cada equipe e entrega-lhes a bandeja com um vaso ou copo cheio de água. Ao ouvirem o sinal de partida, iniciam a corrida por entre os compa-nheiros, entrando e saindo do círculo. Retornan-do ao ponto de partida, passarão a bandeja a outro companheiro que irá fazer o mesmo, e as-sim sucessivamente, até que todos tenham par-ticipado. A equipe vencedora será aquela que terminar primeiro, sem haver derramado água.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica??

13 – FAMÍLIAS DE PÁSSAROS

Desenvolvimento:

• Participantes são divididos em duas equi-pes: a) A família dos Joões-de-barro; b) a família dos pardais
• Nos extremos opostos da sala, marcam-se dois ninhos: a) um dos Joões-de-barro; b) outro dos pardais.
• Os Joões-de-barro caminham agachados e os pardais brincam saltitantes, num pé só. Uns e outros brincam juntos num mesmo espaço.
• Enquanto estiverem andando todos mistura-dos, mas cada qual em seu estilo, será dado um sinal e as famílias terão de voltar a seus ninhos. Cada qual o fará agachado ou saltitando, conforme se trate de João-de-barro ou pardal. A família vencedora será aquela, que, por primeiro, reunir todos os seus companheiros no ninho.

14 – CONFUSÃO DE SAPATOS

Desenvolvimento:

• Traçam-se 2 linhas paralelas a uma distância de 10m.
• Atrás de uma das linhas, a de partida, ficam alinhados os participantes
• Atrás da outra linha, ficam os sapatos dos participantes, todos misturados, porém sem estarem amarrados ou abotoados.
• Ao sinal de partida, todos correm para a li-nha de chegada, e cada qual procura calçar o seu sapato. Este deve ser amarrado ou abotoado, conforme a necessidade. Em se-guida, retorna-se à linha de partida.
• O primeiro que transpuser a linha de partida, devidamente calçado com o seu sapato, se-rá o vencedor.

15 – FESTIVAL DE MÁSCARA

Destinatários: Grupos de Jovens

Material: Um saco de papel bem grande e um nú-mero para cada pessoa (evite-se que o material seja plástico).

Desenvolvimento:

• O animador distribui um saco de papel para cada participante, pedindo que façam com ele uma máscara, deixando apenas dois bu-racos para olhar. O número deverá ser afi-xado na altura do peito. Uma vez prontas as máscaras, o animador apaga as luzes um momento, para que cada qual possa colocar a sua, assim como o número. Ao se reacen-derem as luzes, cada um terá que adivinhar quem são os mascarados, anotando o nome e o número numa folha de papel. As pesso-as não podem falar. O vencedor será aquele que obtiver a maior quantidade de acertos.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica??

16 – SALVAR DA BRUXA

Desenvolvimento:

• A bruxa traça vários círculos dentro de seus domínios, como no esquema abaixo (no chão). No domínio da bruxa só ela pode en-trar. Os outros jogadores ficam dispersos.
• Montar exemplo do Domínio
• A bruxa sai em perseguição dos jogadores. Cada um que ela apanhar, será colocado num dos círculos. Os companheiros pode-rão salvar os colegas prisioneiros sem, pe-netrar nos domínios da bruxa, mas estendendo a mão para os mais próximos, e este, por sua vez, para os dos outros círcu-los, sem saírem dos próprios círculos.
• Se a bruxa colocar mais de um prisioneiro num só círculo estes não poderão ser sal-vos.
• Os jogadores, que forem aprisionados mais de uma vez, serão auxiliadores da bruxa.
• Será vencedor o jogador que não se deixar aprisionar.

17 – ADIVINHANDO OBJETOS

Destinatários: Grupos de Jovens

Material: Giz e quadro negro.

Desenvolvimento:

• O animador divide o grupo em duas equi-pes, com igual número de participantes. Cada qual recebe um giz.
• A uma distância de aproximadamente 15 metros, coloca-se o quadro-negro. O exercí-cio consiste no seguinte: As equipes têm que adivinhar o objeto cujo nome o anima-dor esconde; para consegui-lo, recebem três pistas. Tão logo descubram do que se trata, escrevem seu nome no quadro. Ganha a equipe que o fizer Primeiro. O exercício po-de ser repetido diversas vezes. O animador dá, por exemplo, as seguintes pistas: pode ser de cores diferentes, é sólido, usa-se para comer e tem quatro letras (mesa). As palavras propostas às equipes devem ser breves, exigindo a utilização de cada letra apenas uma vez. Exemplos: apito, sol disco, barco, livro, caderno, goma, lápis, pulseira, meia, trem, etc.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica??

18 – VARRENDO BOLAS

Destinatários: Grupos de Jovens ou adultos

Material: 15 bolas e uma vassoura para cada equipe (sendo as bolas de cores diferentes para cada equi-pe).

Desenvolvimento:

• O animador divide o grupo em duas equi-pes, com igual número de integrantes. Co-locam-se em filas paralelas, na linha de partida; em frente a elas, espalha-se uma quantidade de bolas. O primeiro represen-tante de cada fila recebe uma vassoura. Dado o sinal, saem varrendo as bolas até a meta e depois passam a vassoura para a segunda pessoa, que deverá varrê-la da meta para a linha de partida, e assim sucessivamente. A equipe vencedora será aquela que primeiro terminar com a participação de todos os seus integrantes.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica?

19 – MISTER BALÃO

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.

Material: 15 Balões por equipe.

Desenvolvimento:

• O animador divide o grupo em equipes. Ca-da uma delas escolhe um representante para o concurso de “Mister Balão”. A um sinal do animador, cada equipe procura “rechear” seu candidato até que fique repleto de balões. Dispõem de três minutos para executá-lo. Ganha a equipe que conseguir “rechear” seu representante com o maior número de balões. O exercício é repetido por diversas vezes.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica??

20 – CORRIDA COM BOLAS

Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.

Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada equipe.

Desenvolvimento:

• O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de partida. Os primeiros representantes de cada equipe re-cebem, no menor tempo possível, a bola so-bre a bandeja até a meta. As bolas que chegam a seu destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa re-pete o mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes tenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de suas bolas.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica?

22 – INFLANDO BALÕES

Destinatários: Grupos de jovens.

Material: 15 balões para cada equipe e barbante ou linha para amarrar a boca dos balões.

Desenvolvimento:

• O animador divide o grupo em equipes. Ca-da qual recebe uma quantidade de balões, sem ar. A um sinal do animador, e no espa-ço de dois minutos, as equipes procuram in-flar todos os seus balões. Ganha a equipe que conseguir a maior quantidade.

Avaliação:

• Para que serviu a dinâmica??

23 – MEU VIZINHO

Formação: todos em círculo

Desenvolvimento:

• O animador começa o jogo dizendo: “O meu vizinho é…” (aqui diz uma qualidade). Con-forme a letra que inicia a palavra dita, todos os outros jogadores devem dizer palavras que se iniciem com a mesma letra. Por ex., se o animador disser: “Meu vizinho é corajo-so”, todos os demais jogadores dirão pala-vras com a letra “C”. Não podem repetir pa-lavras. Terminada a primeira rodada, o ani-mador escolhe outra letra e assim por diante prossegue o jogo.

24 – TERRA, CÉU E MAR

Objetivo: este é um exercício muito bom para aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair. É uma brincadeira bem animada. Pode-se fazer com o grupo todo (se for até vinte pessoas, mais ou menos) ou parte dele, em duas ou mais etapas. Os vencedores de cada etapa poderão ser os finalistas.

Participantes: Inderterminado

Desenvolvimento:

• facilitador sobe em alguma cadeira.
• Convidar um grupo de quinze a vinte pessoas e pedir que formem uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para a maior.
• A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro da cadeira onde está o facilitador.
• Começa a orientação: “Afila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é o MAR“.
• “Quando eu disser TERRA!, todos irão para a terra… CÉU!, todos irão para o céu… MAR!, todos irão para o mar. Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”.

25 – AS TRÊS GARRAFAS

Participantes: Inderterminado

Material: três garrafas (preferencialmente, utilizar garrafa descartável) e uma venda (máscara).

Desenvolvimento:

• Colocar as três garrafas no chão, numa distância, entre si, de, aproximadamente, um passo “forçado “.
• Solicitar três voluntários e dois assessores.
• Certificar-se de que nenhum dos três conhece a brincadeira.
• Orientar para que um dos assessores encaminhe-se para uma sala isolada, para “tomar conta” de dois dos voluntários — apenas um fica para a primeira etapa da brincadeira.
• Desafiar o primeiro voluntário, perguntando-lhe se é capaz de passar por cima das três garrafas, sem tocar nelas (normalmente a resposta é positiva).
• Pedir que treine uma vez.
• Instigar-lhe a, se ele for capaz, passar sobre as garrafas, de olhos fechados.
• Pedir, também, que ele treine uma vez.
• Colocar a venda e posicioná-lo diante das garrafas.
• Estimular o grupo a torcer por ele.
• Sinalizar para o segundo assessor, para que retire as garrafas do chão, cuidadosamente.
• Orientar a “largada”.
• Colocá-las de volta no chão, rapidamente, à proporção que ele for pisando no “vazio “, sem que ele perceba que estava esticando e levantando as pernas desnecessariamente… e que fez um grande papel de bobo.
• Chamar o segundo e o terceiro voluntários, respectivamente, repetindo o procedimento.
• Quem participou primeiro, cai na

26 – O QUARTEL

Objetivo: Este é um exercício, ao mesmo tempo, de descontração, de atenção e de percepção. Têm os participantes e torcida organizada.

Participantes: Inderterminado

Desenvolvimento:

• O facilitador desempenha a patente de “Marechal “.
• Convidar uma quantidade de participantes, conforme as patentes a seguir:faxineiro, cozinheiro, motorista, corneteiro, soldado, cabo, sargento, tenente, capitão, major, coronel e general.
• Todos deverão assentar-se, lado a lado, iniciando pelo faxineiro, da esquerda para a direita (cadeiras ou calçada — no chão não é muito bom, por conta do excesso de movimentos que a brincadeira exige).
• O facilitador inicia: “Passei revisão no meu batalhão e faltou… Cabo!“.
• Imediatamente, o cabo deve responder: “Cabo não… Tenente! “.
• O Com a mesma rapidez, o tenente responde: “Tenente não… Coronel!” E assim, sucessivamente.
• Se alguém demorar a responder ou responder errado, é rebaixada a sua patente.
• Sempre que ocorrer rebaixamento de patente, é importante o marechal recordar para os participantes a seqüência do batalhão:
• “faxineiro, cozinheiro, motorista…
• Em seguida, recomeça: “Passei revisão no meu batalhão e faltou…!
• Prosseguir com a brincadeira durante o tempo que achar conveniente.

27 – O FEITIÇO VIROU CONTRA O FEITICEIRO

Objetivo: Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o lazer e a descontração.

Participantes: Inderterminado

Material: três garrafas (preferencialmente, utilizar garrafa descartável) e uma venda (máscara).

Desenvolvimento:

• Orientar para que todos fiquem assentados em círculo.
• Distribuir papeletas e lápis para cada participante.
• “Cada pessoa escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc. “.
• “Você deve assinar o seu nome.”
• Recolher todas as papeletas.
• Após recolher as papeletas, dar o mote: “Aquilo que você não quiser para si, não deve desejar para os outros… portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você! “.
• Iniciar por voluntários, até que todos tenham concluído.

28 – EXPECTATIVAS E AVALIAÇÃO

Tema: quebra-gelo, levantamento de objetivos e avaliação da atividade

Tempo: 20min + 10min.

Participantes: no mínimo 5 pessoas.

Material: bolas de inflar (bexiga), caneta permanente (tipo para retroprojetor).

Desenvolvimento:

• Esta dinâmica acontece em duas etapas: a primeira no início do encontro, para que vo-cê saiba qual a expectativa do grupo frente à programação ou tema do encontro.
• A segunda parte, serve para avaliar quais expectativas foram cumpridas e se os resul-tados foram positivos.

PARTE 1

• Iniciar com boas vindas ao grupo, cantos e oração.
• Conversar rapidamente, sem deixar que co-mentem demais: Vocês sabem o tema do nosso encontro / retiro? Já olharam a pro-gramação dos estudos e atividades? O que acharam? O que vocês mais gostaram? Como vocês se sentiram quando foram con-vidados para este encontro? O que vocês acham que vai acontecer? O que vocês gos-tariam que acontecesse? etc…
• Ir distribuindo as bolas e pedir que encham e fechem com um nó. Cada um deve escrever sobre a bola, com caneta para retroprojetor uma frase ou palavra que expresse suas ex-pectativas sobre o encontro – o que quer / espera?
• A medida que acabam de escrever, levan-tam-se e brincam entre si com as bolas, sem deixar que estourem. Ao sinal, cada um pe-ga uma das bolas, qualquer uma, e formam grupos de acordo com a cor. O grupo lê o que está nos balões e conversa a respeito.
• Voltar a formar um círculo com todas as pessoas e fazer uma oração, intercedendo pelo encontro e pelas expectativas comen-tadas.
• Pendurar os balões num local visível e dei-xá-los até o fim do encontro.

PARTE 2:

• No encerramento do encontro / retiro, cada um pega um balão qualquer, e lê para todo o grupo, e diz se na sua opinião aquela expectativa se cumpriu e como. O coordenador pode aproveitar para anotar as sugestões!