A Dinâmica do Amor

A Dinâmica do Amor

Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
Procedimento:
Para início de ano Ler o texto ou contar a história do “Coração partido” – Certo homem
estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma
ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o
mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: “Como seu coração é o mais
bonito, com tantas marcas?” O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração
era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que
o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha
a experiência do velho.” Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado
ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes
deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem
e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido
que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração
esteja cheio.. O meu coração está cheio de… No final o instrutor deverá conduzir o
grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com
uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.
Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho – Professora- Goiânia-
GO

Dinâmica da ”Verdade ou Consequência? “

Dinâmica da ”Verdade ou Consequência?“

Em círculo os participantes devem estar de posse de uma garrafa que deve ficar ao centro.
Ao sinal do Coordenador, alguém gira a garrafa e para quem o bico da garrafa apontar é
perguntado: _Verdade ou Consequência? Caso ele escolha verdade, a pessoa onde o fundo
da garrafa apontou deve perguntar algo e ele obrigatoriamente deve responder a verdade.
Se ele responder consequência deve pagar uma prenda (executar uma tarefa) estipulada
pela pessoa que o fundo da garrafa apontou. A que respondeu gira a garrafa.
Autor: Desconhecido

Meu presente para você

Meu presente para você

Como desenvolver a dinâmica: Estabelece-se o número de participantes e seleciona-se o mesmo número de qualidades para serem abordadas durante a dinâmica. Poderão ser introduzidas algumas que achar relevante dentro da situação em que vive. A pretensão é que todos escolham uns aos outros durante a mesma, podendo acontecer de algum participante não ser escolhido.
O Presente: O organizador pode escolher como presente alguma guloseima como uma caixa de bombom com o mesmo número de participantes, ou outro que possa ser distribuído uniformemente no final da dinâmica. Este presente deve ser leve e de fácil manejo pois irá passar de mão em mão. Tente embrulhá-lo bem atrativo com um papel bonito e brilhante para aumentar o interesse dos participantes em ganhá-lo.

Disposição e local: os participantes devem estar em roda ou descontraidamente próximos.

Início: O organizador com o presente nas mãos diz (exemplo): Caros amigos, eu gostaria de aproveitar este momento para satisfazer um desejo que há muito venho querendo fazer. Eu queria presentear uma pessoa muito especial que durante o ano foi uma grande amiga e companheira e quem eu amo muito. Abraça a pessoa e entrega o presente. Em seguida pede um pouquinho de silência e lê o parágrafo 1:

1. PARABÉNS!
*Você tem muita sorte. Foi premiado com este presente. Somente o amor e não o ódio é capaz de curar o mundo. Observe os amigos em torno e passe o presente que recebeu para quem você acha mais ALEGRE.
Ao repassar o presente, a pessoa que recebe deve ouvir o parágrafo 2 e assim por diante:

2. ALEGRIA! ALEGRIA!
Hoje é festa, pessoas como você transmitem otimismo e alto astral. Parabéns, com sua alegria passe o presente a quem acha mais INTELIGENTE.

3. A inteligência nos foi dada por Deus. Parabéns por ter encontrado espaço para demonstrar este talento, pois muitas pessoas são inteligentes e a sociedade, com seus bloqueios de desigualdade, impede que eles desenvolvam sua própria inteligência. Mas o presente ainda não é seu. Passe-o a quem lhe transmite PAZ.

4. O mundo inteiro clama por paz e você gratuitamente transmite esta tão grande riqueza. Parabéns! Você está fazendo falta às grandes potências do mundo, responsáveis por tantos conflitos entre a humanidade. Com muita Paz, passe o presente a quem você considera AMIGO.

5. Diz uma música de Milton Nascimento, que “amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito, dentro do coração”. Parabéns por ser amigo, mas o presente. . . ainda não é seu. Passe-o a quem você considera DINÂMICO.

6. Dinamismo é fortaleza, coragem, compromisso e irradia energia. Seja sempre agente multiplicador de boas idéias e boas ações em seu meio. Parabéns! Mas passe o presente a quem acha mais SOLIDÁRIO.

7. Parabéns! Você prova ser continuador e seguidor dos ensinamentos de CRISTO. Solidariedade é de grande valor. Olhe para os amigos e passe o presente a quem você considera ELEGANTE (bonito, etc…).

8. Parabéns! Elegância (beleza, etc…) completa a criação humana e sua presença torna-se marcante, mas o presente ainda não será seu, passe-o a quem você acha mais SEXY.

9. Parabéns! A sensualidade torna a presença ainda mais marcante e atraente. Mas o presente não será seu. Passe-o a quem você acha mais OTIMISTA.

10. Otimista é aquele que sabe superar todos os obstáculos com alegria, esperando o melhor da vida e transmite aos outros a certeza de dias melhores. Parabéns por você ser uma pessoa otimista! É bom conviver com você, mas o presente ainda não será seu. Passe-o a quem você acha COMPETENTE.

11. Competentes são pessoas capazes de fazer bem todas as atividades a elas confiadas e em todos os empreendimentos são bem sucedidas, porque foram bem preparadas para a vida. Essas são pessoas competentes como você. Mas o presente ainda não é seu. Passe-o a quem você considera CARIDOSO.

12. A caridade é como diz Paulo aos Coríntios: “ainda que eu falasse a língua dos anjos, se não tiver caridade sou como o bronze, que soa mesmo que conhecesse todos os mistérios, toda a ciência, mesmo que tomasse a fé para transportar montanhas, se não tiver caridade de nada valeria. A caridade é paciente, não busca seus próprios interesses e está sempre pronta a ajudar, a socorrer. Tudo desculpa, tudo crê, tudo suporta, tudo perdoa”. Você que é assim tão perfeito na caridade, merece o presente. Mas mesmo assim, passe o  presente a quem você acha PRESTATIVO.

13. Prestativo é aquele que serve a todos com boa vontade e está sempre pronto a qualquer sacrifício para servir. São pessoas agradáveis e todos se sentem bem em conviver. Você bem merece o presente. Mas ele ainda não é seu. Passe-o a quem você acha que é um ARTISTA.

14. Você que tem o dom da Arte e sabe transformar tudo, dando beleza, luz, vida, harmoniaa tudo que toca. Sabe suavizar e dar alegria a tudo que faz. Admiramos você que é realmente um artista, mas o presente ainda não é seu. Passe-o a quem você acha que tem
FÉ.

15. Fé é o dom que vem de Deus. Feliz de você que tem fé, pois com ela você suporta tudo, espera e confia porque sabe que Deus virá em socorro nas horas difíceis e poderá ser feliz. Diz o salmo 26 ” O Senhor é a minha luz e minha salvação, de quem terei medo?” Se você acredita e espera tanto de Deus, sabe também esperar e ter fé nos homens e na vida e assim será feliz. Mas o presente não é seu, pois você não precisa dele. Passe-o a quem você acha que tem o espírito de LIDERANÇA.

16. Líderes são pessoas que sabem guiar, orientar e dirigir pessoas ou grupos, com capacidade,
dinamismo e segurança. Junto de você que é líder sentimos seguros e confiamos em
tudo o que você diz e resolve fazer. Confiamos muito em você, que é líder, mas o presente
ainda não é seu. Passe-o a quem você acha mais JUSTO.

17. Justiça! Foi o que Cristo mais pediu para o seu povo e por isso foi crucificado. Mas não
desanime. Ser justo é colaborar com a transformação de nossa sociedade. Mas já que você
é muito justo, não vai querer o presente só para você. Abra e distribua com todos, desejando-
lhes FELICIDADES !

 

E assim o presente é distribuído entre todos !

Estou a procura de um coração

Estou a procura de um coração…

Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra.

Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.

Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par.

Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem.

Dinâmicas para jovens da igreja

DINÂMICAS PARA JOVENS DA IGREJA

 

O PRESENTE/ EU GOSTO DO FULANO PORQUE….

OBJETIVOS: Excelente  para ser aplicada após intervalos longos (depois do almoço ou após uma seqüência de atividades que venham a provocar cansaço mental). 

MATERIAL:  Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Sugerir que todos guardem o seu material, tudo o que estiver sobre as cadeiras ou no colo, não esquecer de colocar os nomes nas suas pastas ou apostilas, porque “ isso aqui vai virar uma grande confusão.
Solicitar um voluntário  e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
Proceder o início do exercício dizendo que “sempre ficará alguém sobrando, uma vez que foi retirada uma cadeira”.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
“Eu trouxe um presente para pessoa que….” ou “Eu gosto de (Nome da pessoa) porque está usando…”
 Exemplos de opções:
…estiver de jeans.
…usa óculos.
…tem duas orelhas.
…usa brincos.
Usar de toda criatividade possível.
Todas as pessoas que se enquadrarem no que for dito, devem trocar de lugar, rapidamente, inclusive a que estiver no centro ; sempre sobrará alguém, que deverá continuar a brincadeira.
As pessoas que sobrem no centro, a partir de duas vezes, pagarão uma prenda especial (imitar um animal, dançar uma música), ao final ao critério do grupo.

CAIXINHA DE SURPRESAS

OBJETIVOS: Despertar e exercitar a criatividade do grupo.

MATERIAL:  Caixinha com tiras de papel onde se deve escrever previamente algumas tarefas engraçadas, som com cd ou gravador.

PROCESSO: Formar um círculo. A caixinha deverá circular de mão em mão, até que o som da música pára simultaneamente.
Aquele que estiver com a caixinha no momento em que a música parar, deverá tirar de dentro da caixinha uma papeleta coma tarefa e executá-la.
Continuar a brincadeira até enquanto estiver interessante.

LARANJA NO PÉ

OBJETIVOS: Agradável, aguça o nível de atenção nas pessoas  e estimula o espírito de solidariedade.

MATERIAL: 2 laranjas.

PROCESSO: Assentar os participantes, em duas filas de cadeiras.
Uma laranja é colocada sobre os pés (que estão unidos) da primeira pessoa de cada fila, que procurará passar a laranja sem a deixar cair, para os pés da segunda pessoa e assim por diante.
Se a laranja cair, a brincadeira prosseguirá, do ponto em que caiu, utilizando o tempo que for preciso.
Será vencedor o grupo que terminar primeiro.

VOCÊ ME AMA ?

OBJETIVOS: Outra técnica boa para ser aplicada após intervalos longos, utilizando-se do mesmo princípio da técnica O presente.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Formar um círculo, bem amplo, o mais espaçado possível, com cadeiras.
Solicitar um voluntário  e orientar que ele fique no centro do grupo, em pé.
Retirar do círculo a cadeira que ele (o voluntário) estava sentado.
“Quem ficar no centro, deverá dizer – sem demora, agilmente – bem alto, o seguinte:
Você me ama? A pessoa interrogada responderá: Sim, amo. O voluntário perguntará: Por quê ? O outro responderá alegando alguma coisa que o voluntário usa. Ex: Porque você usa tênis.
No momento em que disser que ele sua tal coisa, todos do círculo que estiverem usando também, deverão mudar de lugar, inclusive o voluntário.
O participante que ficar sem cadeira reinicia a brincadeira, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?”  “Sim, amo você.”  “Por quê?”  “Porque você usa óculos”…. e assim por diante

VOU PRÁ ILHA

OBJETIVOS: Exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Iniciar com o seguinte mote – “Eu vou prá ilha e vou levar comigo uma bicicleta… o que é que você leva?”
Cada participante terá que descobrir que só entra na ilha quem levar algo ou alguém que comece com a letra “b”. O facilitador pode repetir a mesma regra, ou seja, utilizando palavras que comecem com “c” ou “f”. Aqueles que forem acertando, não devem revelar para o vizinho. É importante que cada um “saque” e perceba.
Variações:
“Eu vou prá ilha e vou levar um óculos… o que é que você leva?”  A regra agora é algo que o vizinho da  direita esteja usando (se estiver sendo usada a ordem da esquerda para a direita).
“Eu vou prá ilha e vou levar um caqui … o que é que você leva?” A regra agora é qualquer palavra que comece com a primeira letra do nome da pessoa (C de Celso, M de Milton).

Ao final, faz-se a revelação e conversa-se sobre o exercício, tirando-se as conclusões que forem convenientes para o momento. As pessoas que não conseguiram acertar não significa, necessariamente, que não têm percepção ou que têm menos que as demais.
Basta botar a  mente para criar e poderão surgir as melhores idéias: palavras com a mesma inicial, algum objeto que esteja na sala, etc.

CRUZADA OU DESCRUZADA

OBJETIVOS: Outra técnica para exercitar a percepção do grupo.

MATERIAL: Uma tesoura.

PROCESSO: Formar um círculo, com o grupo assentado em cadeiras.
O facilitador mostra uma tesoura e diz que irá passá-la para o vizinho, que passará para o outro vizinho e, assim, até chegar ao último.
Ao passar a tesoura, cada pessoa deve verbalizar a palavra “CRUZADA” ou “DESCRUZADA”.
A tesoura pode estar aberta (descruzada) ou fechada (cruzada).
O segredo, na verdade, está na posição das pernas do vizinho:
Quando for dito cruzada, mesmo que a tesoura esteja fechada, se as pernas do vizinho, para quem estiver sendo passada a tesoura, estiverem descruzadas, será dita a palavra “descruzada” e , assim por  diante.

O REPOLHO

OBJETIVOS: Esta é uma forma bem criativa para mensurar o nível de conhecimento das pessoas, em relação a determinado assunto ou tema.

MATERIAL: Elaborar previamente , questionamentos (perguntas, afirmativas, para as pessoas concordarem ou discordarem, etc.) em folhas de papel – um em cada folha. Enrolar cada folha, uma pós outra, de modo que todas fiquem como que envolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um “repolho”.

PROCESSO: Formar um círculo,  e começar a passar o “repolho”.
Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo.
Parando a música, quem estiver com o “repolho” na mão deverá retirar a primeira folha, ler o que está escrito e responder.
Senão souber a resposta, passa para o próximo.
E, assim. Sucessivamente, até que a última folha seja respondida.

Variação desta dinâmica:
Pode-se dividir em dois grupos e ao invés de passar para o vizinho, passa-se para o grupo oponente.

FORMANDO GRUPOS

OBJETIVOS: Esta é uma forma aquecida para preparar e, até mesmo, estimular os participantes – principalmente os mais sonolentos – para o estudo de algum tema ou tópicos de alguma apostila. Pode-se utilizar esta dinâmica para formação de subgrupos de projetos, de modo que sejam evitadas as ”panelinhas”.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO:
(opção 1)
Formar um círculo, numerar os participantes, supondo que se queira formar cinco grupos: 1,2,3,4,5…1,2,3,4,5….1,2,3,4,5….
Ao final, com todas as pessoas tendo recebido um número, orientar que sejam formados os grupos: “ Todas as pessoas que tem o número um, ficam neste canto…. as que têm o número dois, ficam naquele canto… etc.

(opção 2)
O facilitador coloca no chão (ou numa mesa ou cadeira) cartelas com cores variadas, de modo que seja na quantidade de participantes do grupo.
As cartelas devem ser em quantidades iguais ( ou quase iguais, considerando quando o grupo for ímpar).
Todas as cartelas deverão estar viradas para baixo, não permitindo que os participantes vejam as cores.
Sugerir que cada pessoa pegue uma cartela e fique com ela.
As pessoas que estiverem com as cartelas vermelhas formarão um grupo, as que estiverem com as cartelas amarelas outro, e assim por diante.

Orientar que cada grupo nomeie um relator para a apresentação do resultado do grupo (se for o caso).

MURAL

OBJETIVOS: Esta é uma dinâmica baseada nos fundamentos da Andragogia (educação de adultos). É uma forma bem dinâmica e eficaz para assimilação de determinados conteúdos e conceitos.

MATERIAL: Texto para leitura, cola, tesoura, cartolinas, lápis coloridos, revistas, pincéis atômicos, etc.

PROCESSO: Inicialmente, distribuir o texto ou material de leitura, onde será embasada a elaboração do mural.
Separar a turma em pequenos grupos, de até seis participantes.
Orientar para que cada pessoa faça uma leitura bem geral, destacando os aspectos mais significativos do texto (ou material recebido).
Em seguida, fazer os destaques junto com o grupo, de modo a estabelecer um consenso.
Utilizando o material recebido e toda a criatividade possível, elaborar um “Cartaz Andragógico”, representando a idéia central estabelecida pelo grupo.
Podem ser acrescentados títulos, frases de legenda, desenhos à mão livre, etc.
Cada grupo, ao final, elegerá um relator e fará sua apresentação.

BRAINSTORMING

OBJETIVOS: Esta é uma forma andragógico-construtivista (educação de adultos), onde o facilitador procura explorar o máximo a experiência acumulada e o interesse dos participantes. Tem por objetivos estimular o interesse pela novidade, pela aventura de criar algo, criar clima esportivo, agradável e provocante, de expectativa. Criar diretrizes e normas e aglutinar as melhores idéias.

MATERIAL: Flip-chart e pincéis coloridos, lápis e papel.

PROCESSO: Definir o tema-assunto.
Escolher alguém ou solicitar um voluntário (ou o próprio facilitador) para fazer as anotações no flip-chart.
Instigar os participantes a falarem sobre o assunto ou questionamento proposto.
Efetuar, em voz alta, com o grupo, a leitura do que foi gerado.

Normas do exercício:
Ninguém julga ninguém. Ninguém critica ninguém.
Elimine  a autocrítica: todos podem errar.
Vale mais errar do que omitir-se e calar.
Quanto mais idéias melhor.
Seja breve.

Variação da dinâmica:
Ao invés da atividade falada, proposto o problema, cada um escreve numa folha durante dois ou três minutos, todas a soluções que lhe ocorre. Depois as folhas começam a circular. Cada um lê as soluções de cada folha, e acrescenta outras.

TAG: DINÂMICA PARA JOVENS DA IGREJA
Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

Construção do homenzinho torto

Construção do homenzinho torto

 

Participantes: Apenas 26 pessoas.

Tempo Estimado: 30 minutos.

Material: Pincel, tesoura e fita adesiva.

Descrição: O coordenador da dinâmica deve montar dois grupos, com 13 pessoas em cada um.

O primeiro grupo deverá montar um boneco, usando folhas de jornal, mas trabalhando em equipe. Para isso, deverá trabalhar em um canto da sala onde não possam ser visualizados pelas pessoas que não participam dos grupos.

O segundo grupo deverá montar o mesmo boneco. Cada pessoa do grupo deverá confeccionar uma parte do boneco, onde não poderão dizer para ninguém que parte é a sua e nem mostrar (para que isto ocorra é recomendado que sentem longe um dos outros). O Boneco deve ser confeccionado na seguinte ordem:

1ª pessoa: cabeça.

2ª pessoa: orelha direita.

3ª pessoa: orelha esquerda.

4ª pessoa: pescoço.

5ª pessoa: corpo (tronco).

6ª pessoa: braço direito.

7ª pessoa: braço esquerdo.

8ª pessoa: mão direita.

9ª pessoa: mão esquerda.

10ª pessoa: perna direita.

11ª pessoa: perna esquerda.

12ª pessoa: pé direito.

13ª pessoa: pé esquerdo.

Dar um tempo de aproximadamente 10 minutos para a montagem dos bonecos. Os participantes do segundo grupo não poderão ser visualizados, de modo que irão confeccionar partes de tamanhos diferentes, porque não trabalharam em equipe.

Pedir para as equipes montar na parede, com a ajuda de uma fita adesiva, seus respectivos bonecos.

Consequências:

A 1ª equipe terá um boneco mais uniforme, formado de partes proporcionais;

A 2ª equipe, por não terem trabalhado juntos. Fez seu boneco com braços, pernas e outros membros de tamanho desproporcionais.

Pedir para os grupos falarem o que observaram, bem como as pessoas que não participaram dos grupos, e que conclusão tiraram disso tudo.

Fábrica de brinquedos de sucatas

Fábrica de brinquedos de sucatas

Objetivos: Desenvolver a capacidade de planejamento, comunicação, tomada de decisão, liderança e negociação.

Nº de Participantes: Não há limites

Material: Sucata, papéis coloridos, cola, tesoura, barbante e pincel atômico.

Desenrolar: Cenário: Nossa empresa quer reaproveitar sucatas e lançar novos brinquedos no mercado. Cada filial terá a chance de sugerir produtos para comercialização. O objetivo deste jogo é apresentar o maior número de produtos dentro de critérios de qualidade? Critérios de qualidade: Os brinquedos devem ser inovadores e criativos; bonitos, coloridos e resistentes; dentro dos padrões de altura mínima de 5 cm e máxima de 30 cm, seguidos de cartão de identificação com atributos e instrução de uso.

O quadro da minha vida

O quadro da minha vida

Objetivos: Apresentação, comunicação e valores pessoais.

Nº de Participantes: Não há limites

Material: Revistas usadas, folhas de flip chart, pincéis atômicos, tesouras, cola, papel crepom.

Desenrolar: Coloca-se todo o material no centro da sala. O facilitador explicar ao grupo que estará numa galeria de artes, onde seus quadros serão expostos. Cada participante deverá compor seu quadro utilizando somente de figuras, desenhos e palavras. Cada participante fará seu quadro pessoal de valores.

Cego guiando outro cego

Cego guiando outro cego

Objetivos: Compreender o próprio estilo de prestar ajuda e seu efeito sobre as outras pessoas; vivenciar uma situação de dependência de outrem e os sentimentos que essa situação provoca; discutir a relação entre administração eficiente e auxilio eficiente.

Nº de Participantes: de 6 a 30 participantes

Material: Vendas para os olhos na proporção de uma para cada três participantes.

Desenrolar: O facilitador informa ao grupo; “Vamos fazer um passeio de reconhecimento no prédio (limitar ao andar, ou ao nível do ambiente que não cause transtornos com o público externo ou com outras áreas). Só que existe uma condição: Alguns estarão cegos. Para cada cego teremos um guia, e para dupla, um observador”.
Regras:

• Orientar o grupo para se dividir entre os três papéis;

• Delimitar o ambiente para o passeio; combinar por quanto tempo cada um viverá cada papel; • Todos deverão vivenciar os três papéis e, em seguida, reunirem-se na sala. O facilitador dá alguns minutos para que os trios se preparem, vendando o colega que será conduzido. Após fazer o giro com todos pelo prédio e, retornando à sala, inicia-se o relato dos sentimentos, perguntando, por exemplo:

• Como vocês se sentiram quando na posição de cegos? • Como se sentiram enquanto guia? Deixa-se que o grupo extravase seus sentimentos em cada fase da vivência. De forma natural, o facilitador começa a abordar como se desenvolveu a experiência questionando, por exemplo:

• O que vocês puderam perceber na condição de observadores?

• Que incidentes ocorreram que mais chamaram a atenção?

• Houve algum momento em que você, como cego, ficou com receio de seguir o seu guia?

• Houve algum momento em que você, como guia, sentiu que seu parceiro não queria segui-lo? Na medida em que o grupo tenha extravasado todos os sentimentos e relatado todo o desenvolvimento da experiência, o facilitador inicia uma correlação com a realidade do trabalho, perguntando, por exemplo:

• Quais as implicações da nossa conduta, enquanto líderes, sobre o comportamento dos nossos colegas?

• Que relações existem entre a liderança. e o sentimento da equipe? Deve-se lembrar ao grupo que as conclusões que terão valor são somente aquelas que o grupo mesmo elabore. O importante é valorizar as conclusões do grupo, até porque todos estarão tão envolvidos na experiência vivida que terão pouco espaço mental para analisarem as conclusões do facilitador.

Um choque de alegria

Um choque de alegria

 Objetivo: Descontrair o grupo, criar amizades e despertar o grupo

Prática: O animador solicita que um voluntário se retire da sala, onde todos estão sentados em forma circular.

Na ausência do voluntário, o animador explica que durante o jogo todos devem permanecer em silêncio, e que um do grupo “terá uma carga elétrica”.

Quando o voluntário colocar sua mão sobre a cabeça do participante “com carga elétrica”, todos darão um grito.

O ausente é chamado e o animador lhe dará a seguinte explicação: “ Um dos presentes tem uma carga elétrica, descobra quem é colocando a mão sobre sua cabeça. Fique pois bem concentrado, e vá tocando cabeça por cabeça dos participantes, para descobrir quem está com a carga elétrica. Assim que encontrar a pessoa avise.