70 Peças de teatro evangélicas

70 Peças de teatro evangélicas :

  1. Um Pai Cristão
  2. Teatro I´m the light
  3. Teatro Não Toque
  4. Teatro O CARRO
  5. Teatro O Palhaço
  6. Teatro A Epidemia Do Não Posso
  7. Teatro O Morto vivo
  8. Teatro Máscaras
  9. Teatro A RIVALIDADE
  10. Teatro PECADO VIRTUAL
  11. Teatro EXPRESSÃO VOCAL
  12. Teatro CORDEL DO APRENDIZ
  13. Teatro Exercício para Teatro
  14. Teatro A Escolha
  15. Teatro O Passaporte
  16. Teatro Deus Existe?
  17. Teatro Os Desaparecidos
  18. Teatro CADEIA DAS DROGAS
  19. Teatro Missões com alegria
  20. Teatro As 7 igrejas
  21. Teatro Leilão de uma alma
  22. Teatro A voz do ator
  23. Teatro Ensaio de ajuste geral
  24. Teatro A importância da seleção de um elenco
  25. Teatro Como é a sua alma?
  26. Teatro A Armadura de Deus
  27. Teatro O Sentido da Vida
  28. Teatro A Renúncia Total
  29. Teatro Natal
  30. Teatro Dupla face
  31. Teatro A Igreja Doente
  32. Teatro O DESERTO
  33. Teatro A Oração
  34. Teatro A Escolha
  35. Teatro Testemunhos
  36. Teatro O Arrebatamento
  37. Teatro O Bom Tesouro
  38. Teatro A vitória
  39. Teatro Lázaro
  40. Teatro A Mão Estendida
  41. Teatro Neo Engano
  42. Teatro A Desobediência
  43. Teatro Parábolas
  44. Teatro Ano Novo
  45. Teatro Espelhos Mágicos
  46. Teatro Ganhei uma Alma para Cristo
  47. Teatro A máquina de fazer verdade
  48. Teatro A Nova Era
  49. Teatro A Paixão de Cristo
  50. Teatro Saqueadores do reino
  51. Teatro O rei e eu
  52. Teatro Nascimento de Jesus
  53. Teatro As Sandálias do Velho Sapateiro
  54. Teatro Uma páscoa especial
  55. Teatro O homem certo
  56. Teatro O resgate de outro soldado
  57. Teatro Camila, a pequena abandonada
  58. Teatro Mãos vazias
  59. Teatro Dicas para indumentária
  60. Teatro Amadores Apaixonados
  61. Teatro Esquete – Olhe para Cristo
  62. Teatro Coração Fedorento (infantil)
  63. Teatro Coragem para servir
  64. Teatro Bíblia – Jogral interpretativo
  65. Teatro A chamada
  66. Teatro A mão estendida
  67. Teatro Não toque!
  68. Teatro Onde está a paz?
  69. Teatro A Última Páscoa
  70. Teatro O Quarto

Dinâmicas aprendendo os verdadeiros valores

maior site de dinâmicas
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DINÂMICAS OS VERDADEIROS VALORES

11. Valores
Objetivo: reconhecer os valores e qualidades.
Material: Cartões com valores escritos.
Desenvolvimentos: cada pessoa recebe um cartão com um valor que ela possua.
Deixar um momento para a reflexão pessoal.
Depois cada um vai dizer se considera ter mesmo este valor ou não. E se reconhece no grupo alguém que tem o mesmo valor.
Só no final da dinâmica, alguns guardam para si, outros souberam recomeçar este valor em outra pessoa, outros até duvidam o cartão com quem tem o mesmo valor.
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,4-11 Lc 1, 46-55.
12. Valores II
Objetivo: ressaltar o positivo do grupo.
Material: folhas, canetas e alfinetes.
Desenvolvimento: cada participante recebe uma folha em branco. Depois de refletirem um momento sobre suas qualidades, anotam na folha colocando o seu nome.
Em seguida prendem a folha com alfinete nas costas e andam pela sala, um lendo os valores dos outros e acrescentando valores que reconhecem no companheiro. Só no final todos retiram o papel e vão ler o que os colegas acrescentaram.
Palavra de Deus: Ef 4, 1-16 Sl 111
13. Dinâmica de apresentação
Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.
Desenvolvimento:
Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.
O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.
Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.
Palavra de Deus: Ap. 2,17 Sl 139
14. A maleta
Objetivo: conscientização sobre a estrutura da sociedade que reforça a defesa dos interesses particulares, não estimulando o compromisso solidário.
Material: uma maleta chaveada, chave da maleta, dois lápis sem ponta, duas folhas de papel em branco, dois apontadores iguais.
Desenvolvimento: forma-se duas equipes.
A uma equipe entrega-se a maleta chaveada, dois lápis sem ponta e duas folhas de papel em branco dentro da maleta.
A outra equipe entrega-se a chave da maleta e dois apontadores iguais.
O coordenador pede que as duas equipes negociem entre si o material necessário para cumprimento da tarefa que é a seguinte: ambas deverão escrever Eu tenho Pão e Trabalho.
A equipe vencedora será a que escrever primeiro e entregar a frase para o coordenador.
A frase deve ser anotada no quadro ou em cartaz em letra grande e legível.
Palavra de Deus: 2 Cor 9, 6-9 Sl 146
15. O Helicóptero
Objetivo: apresentação e entrosamento.
Desenvolvimento: (duração 40 minutos).
Faz-se um círculo com os participantes da reunião.
O coordenador convida a todos a fazerem um passeio de barco a remo. Inicia-se o passeio. Todos devem fazer gestos com os braços, como se estivessem remando.
O coordenador anuncia a chegada à ilha. Todos podem passear por ela, à vontade (todos passeiam pela sala e cumprimentam o companheiro).
O coordenador anuncia a todos que houve um maremoto e a ilha vai se inundada. Por isso, virá um helicóptero para resgatar o grupo. Porém ele não comporta todos de uma vez. O grupo deverá organizar rapidamente seguindo as orientações.
a) O helicóptero chegou. Ele levará cinco pessoas.
b) O helicóptero voltou. Desta vez levará quatro pessoas, e estas devem ser estranhas umas das outras.
c) Nosso helicóptero deu pane no motor. Veio desta vez um menor. Só levará tr6es pessoas e devem ser de comunidades diferentes. Quem não seguir orientação poderá ser jogado no mar.
d) O helicóptero esta aí novamente. Vai levar quatro pessoas, devido o perigo de afogamento. Mas continua a exigência o grupo deve ser formado por pessoas que ainda não se conhecem.
e) O helicóptero não pode voltar mais. Acabou o combustível. Temos que sair de barco. Há uma exigência fundamental: levar uma pessoa desconhecida com quem não se conversou ainda.
f) Anuncia que todos foram salvos.
NOTA: Dá-se o tempo necessário para os grupos discutirem as questões. Elas podem ser como sugeridos abaixo ou pode-se elaborar outras de acordo com a realidade do grupo.
Sugestões para as questões
a) Grupo de cinco pessoas: seu nome. Nome do grupo e o significado do mesmo. Nome da comunidade ou atua, mora. Qual o eu ideal?
b) Grupo de quatro pessoas: seu nome. O que faz na comunidade? Estuda? O que? Onde? O que espera do curso e o que gostaria que fosse tratado?
c) Grupo de três pessoas: Como se sente aqui? Porque veio? O que é pastoral para você? E movimento? Como esta organizada a pastoral na sua paróquia?
d) Grupo de quatro pessoas: O que é céu? O que achou desta dinâmica de conhecimento e entrosamento? Porque?
e) Grupo de três pessoas: Agora converse com alguém que você não conhece e com quem não tenha conversado ainda.
Palavra de Deus: Jo 13, 34-35 Sl 133
16. Camisetas
Objetivo: Conhecimento mútuo e levantamento da realidade.
Material: Alfinetes ou fita adesiva, pincéis ou canetas, folhas de jornal e tesoura.
Desenvolvimento: Cada participante pega uma meia folha de jornal, rasga ou corta as pontas de cima no formato de camiseta.
Escreva na camiseta de jornal. O seu nome, que trabalho faz. Onde trabalha, se gosta ou não do trabalho. Pode dar as seguintes orientações: escreva ou desenhe algo que caracterize sua vida de trabalhador.
Prega-se a camiseta no corpo e circula pela sala para cada um ler o que outro escreveu ou desenhou.
17. A Bala
Objetivo: Despertar a importância do outro.
Despertar a solidariedade.
Perceber o nosso individualismo.
Descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.
Material: Algumas balas. Dois cabos de vassoura ou varas. Barbantes.
Desenvolvimento: pede-se dois voluntários para abrir os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.
Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.
Analisar a dinâmica:
Como se sentiram?
O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?
Por que os dois agiram assim?
Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?
O que acharam da dinâmica?
Pode confrontar com a Palavra de Deus?
Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15
18. Árvore da Vida e Árvore da Morte
Objetivo: Refletir sobre os sinais de vida e morte no bairro, na comunidade, na família, no grupo de jovens.
Material: um galho de árvore seco, um galho de árvore verde, caneta ou pincel e pedaços de papel.
Desenvolvimento: em pequenos grupos descobrir os sinais de vida e morte que existem no bairro, na família, no grupo de jovens… Depois, diante da árvore seca e verde vão explicando para o grupo o que escreveram e penduraram na árvore.
No intervalo das colocações pode-se cantar algum refrão.
Iluminar com a palavra de Deus e em grupo refletir:
Iluminados pela prática de Jesus, o que fazer para gerar mais sinais de vida e enfrentar as situações de morte de nosso bairro etc.
Fazer a leitura de João 15,1-8. Depois cada participante toma um sinal de morte da árvore e faz uma prece de perdão e queima, em seguida cada um pega um sinal de vida e leva como lembrança e desafio.
Palavra de Deus: Jo. 15, 1-8. Sl 1.
19. Virar pelo avesso
Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Porquê?
Alguém desanimou? Porquê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114
20. Abre o olho
Participantes: 2 pessoas.
Tempo estimado: 20 minutos.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.
Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

Palavra de Deus: Mc 10, 46-52 Lc 24, 13-34.

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Cartão da personalidade

CARTÕES DA PERSONALIDADE
1.Destinatários: Grupos de Jovens
2.Material: 12 Cartas gigantes
3.Desenvolvimento:
– O animador convida a observar as cartas em silêncio e, logo após, explica o exercício:
Cada um deve selecionar aquelas cartas que apresentarem alguma característica sua, pessoal, e explicar ao grupo o porquê de sua escolha.
– Os participantes selecionam suas cartas.
– No plenário, cada qual passa a comentar sua escolha e as razões da preferência.
4.Avaliação da experiência:
5. Que proveito tiramos do exercício?

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Dinâmicas para orientar e aconselhar

DINÂMICA PARA ORIENTAR E ACONSELHAR

AJUDA MUTUA – DANDO CONSELHOS
Objetivo: experimentar diversos tipos de aconselhamentos, orientado para o tipo não direcional.
Para quantas pessoas: para grupos grandes.
Material necessário: papéis com as indicações de como devem se comportar as pessoas que farão as encenações e papéis com o resumo dos problemas que serão apresentados para todos os participantes.
Descrição da Dinâmica: os participantes recebem uma folha com a indicação dos casos que irão receber conselhos(anexo 1). Pede-se a 6 voluntários que representem os tipos de conselhos: autoritário, exortativo, sugestivo, direcional, não direcional, eclético. Cada um recebe uma folha indicando o modo como deve se comportar(anexo 2). Pede-se outros seis voluntários que representem as pessoas que vem pedir ajuda. Realiza-se, então, seis pequenas encenações. Em cada uma delas uma pessoa apresenta o problema e recebe um tipo de conselho. Após cada encenação, os participantes fazem um pequeno cochicho para avaliar o que viram e ouviram. Ao final, realiza-se um plenário de análise geral do que se passou.
Anexo 1: alguns casos que podem ser apresentados:
1.       Um senhor deixou um vida ativa e cheia de responsabilidade. Agora é uma pessoa com recursos muito limitados. Vive triste e tem a sensação de ser um “peixe fora d’água”. Sente-se dominado pelo tédio. Seus filhos já estão casados e ele vive sozinho. O que fazer da vida?
2.       A vida de casados estava boa. O esposo conseguiu prosperar bem na vida. Agora entrou na vida dele uma mocinha bonita, que trabalha no mesmo lugar que ele. Ele afirma que é uma amizade pura e que esta mocinha é quem lhe dá um pouco de alegria e prazer à sua existência triste. A esposa pensa um pouco diferente: “Sempre fui uma boa esposa. Trabalhei até gastar minhas mãos. Desde os tempo difíceis estive ao lado. Nunca olhei para nenhum outro homem. Cuido bem da casa e sou uma pessoa econômica. Agora que prosperamos um pouco socialmente, poderíamos sair um pouco, curtir a vida… como eu sempre esperei. E me deparo com esta situação. O que devo fazer?
Anexo 2: alguns tipos de entrevistadores:
1.       Autoritário: ordena, repreende, ameaça, condena, define: a única coisa que se pode fazer é… o único caminho é…
2.       Exortativo: procura fazer com que o cliente assuma o compromisso de fazer ou deixar de fazer algo, diz coisas do tipo: “Deus ficaria feliz com esta ação”, ou então: “A pátria, teus pais, esperam isso de você!”.
3.       Sugestivo: tenta ajudar dando ânimo e apoio, sem solucionar o problema. “eu sei que você pode vencer, você já venceu coisas piores, isto não é maior problema da sua vida, você vai ver que logo tudo estará resolvido…”.
4.       Eclético: fala muito, fala difícil, mas ninguém entende: “Todos os métodos buscam provocar uma catarse nas pessoas, a verbalização de problemas e vivências emocionais, conscientes ou inconscientes. Isso provoca por um lado aceitação e compreensão e por outro lado, suscita energias para a solução dos problemas…”
5.       Direcional: toma a iniciativa das soluções, dá indicações concretas.
6.       Não-direcional: procura seguir o pensamento da pessoa ajudada. Espera que ela comece a conversa. Sempre devolve as questões. Pergunta sem concluir nada. Acompanha a pessoa em seu processo de assumir o problema.

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Fonte: DINÂMICA GOSPELCopie a vontade! Mais não deixe de citar a fonte, ok!!!

Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

AJUDA MUTUA – DANDO CONSELHOS

AJUDA MUTUA – DANDO CONSELHOS

Objetivo: experimentar diversos tipos de aconselhamentos, orientado para o tipo não direcional.
Para quantas pessoas: para grupos grandes.
Material necessário: papéis com as indicações de como devem se comportar as pessoas que farão as encenações e papéis com o resumo dos problemas que serão apresentados para todos os participantes.
Descrição da Dinâmica: os participantes recebem uma folha com a indicação dos casos que irão receber conselhos(anexo 1). Pede-se a 6 voluntários que representem os tipos de conselhos: autoritário, exortativo, sugestivo, direcional, não direcional, eclético. Cada um recebe uma folha indicando o modo como deve se comportar(anexo 2). Pede-se outros seis voluntários que representem as pessoas que vem pedir ajuda. Realiza-se, então, seis pequenas encenações. Em cada uma delas uma pessoa apresenta o problema e recebe um tipo de conselho. Após cada encenação, os participantes fazem um pequeno cochicho para avaliar o que viram e ouviram. Ao final, realiza-se um plenário de análise geral do que se passou.
Anexo 1: alguns casos que podem ser apresentados:
1.       Um senhor deixou um vida ativa e cheia de responsabilidade. Agora é uma pessoa com recursos muito limitados. Vive triste e tem a sensação de ser um “peixe fora d’água”. Sente-se dominado pelo tédio. Seus filhos já estão casados e ele vive sozinho. O que fazer da vida?
2.       A vida de casados estava boa. O esposo conseguiu prosperar bem na vida. Agora entrou na vida dele uma mocinha bonita, que trabalha no mesmo lugar que ele. Ele afirma que é uma amizade pura e que esta mocinha é quem lhe dá um pouco de alegria e prazer à sua existência triste. A esposa pensa um pouco diferente: “Sempre fui uma boa esposa. Trabalhei até gastar minhas mãos. Desde os tempo difíceis estive ao lado. Nunca olhei para nenhum outro homem. Cuido bem da casa e sou uma pessoa econômica. Agora que prosperamos um pouco socialmente, poderíamos sair um pouco, curtir a vida… como eu sempre esperei. E me deparo com esta situação. O que devo fazer?
Anexo 2: alguns tipos de entrevistadores:
1.       Autoritário: ordena, repreende, ameaça, condena, define: a única coisa que se pode fazer é… o único caminho é…
2.       Exortativo: procura fazer com que o cliente assuma o compromisso de fazer ou deixar de fazer algo, diz coisas do tipo: “Deus ficaria feliz com esta ação”, ou então: “A pátria, teus pais, esperam isso de você!”.
3.       Sugestivo: tenta ajudar dando ânimo e apoio, sem solucionar o problema. “eu sei que você pode vencer, você já venceu coisas piores, isto não é maior problema da sua vida, você vai ver que logo tudo estará resolvido…”.
4.       Eclético: fala muito, fala difícil, mas ninguém entende: “Todos os métodos buscam provocar uma catarse nas pessoas, a verbalização de problemas e vivências emocionais, conscientes ou inconscientes. Isso provoca por um lado aceitação e compreensão e por outro lado, suscita energias para a solução dos problemas…”
5.       Direcional: toma a iniciativa das soluções, dá indicações concretas.
6.       Não-direcional: procura seguir o pensamento da pessoa ajudada. Espera que ela comece a conversa. Sempre devolve as questões. Pergunta sem concluir nada. Acompanha a pessoa em seu processo de assumir o problema.

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DINÂMICAS DIVERTIDAS PARA TODAS AS IDADES

DINÂMICAS PARA EMPRESAS

DINÂMICA CRISTÃS PARA JOVENS E ADOLECENTES

DINÂMICAS PARA A IGREJA

Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

APRENDENDO SOBRE SÍ MESMO – DINÂMICA

APRENDENDO SOBRE SÍ MESMO

01. Meus sentimentos
Objetivo: apresentação e entrosamento
Material: papel, lápis de cor.
Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho os sentimentos, as perspectivas que têm.
Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação.
Num segundo momento as pessoas se reúnem em subgrupos e se apresentam dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o.
O grupo escolhe um dos desenhos para ser o seu símbolo apresentando-o e justificando.
Pode-se também fazer um grupão onde cada um apresenta mostrando e comentando o seu desenho.
Palavra de Deus: Fl. 1,3-11 SL 6.
02. Mancha ou ponto
Objetivo: oração, pedido de perdão, preces, revisão de vida…
Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.
Desenvolvimento: mostrar ao grupo a folha com o ponto ou mancha no centro.
Depois de um minuto de observação silenciosa, pedir que se expressem descrevendo o que viram.
Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro.
Pedir, então, que tirem conclusões práticas.
Exemplo: em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior.
Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51
03. Identificação Pessoal com a Natureza
Objetivos: Auto conhecimento e preces
Material: Símbolos da natureza, papel e caneta.
Desenvolvimento:
1. Contemplação da natureza. Cada um procura um elemento na natureza que mais lhe chama a atenção e reflete: Porque o escolhi? O que ele me diz?
2. Formação de pequenos grupos para partilha.
3. Cada pequeno grupo se junta com o outro e faz uma nova partilha. O grupo escolhe um como símbolo e formula uma prece.
4. Um representante de cada grupo apresenta o símbolo ao grupo, fazendo uma prece.
Palavra de Deus: Gn 1,1-25
04. Quem sou eu ???
Objetivo: Conhecimento Pessoal
Material: papel e caneta
Desenvolvimento:
1. Refletir individualmente:
– A vida merece ser vivida?
– Somente a vivem os que lutam, os que querem ser alguém?
2. Escrever numa folha
– Quem sou eu? (enumerar seus valores, qualidades e defeitos).
– O que eu quero ser? (escrever o que quer com a vida, os seus objetivos e ilusões).
– Como atuo para chegar no que quero?
3. Terminada a reflexão pessoal, formar grupos para partilhar.
4. Avaliação:
– Como cada um se sentiu ao se comunicar?
– E depois da dinâmica?
Palavra de Deus: Gn 1,26-31 Sl 139
05. O outro Lado
Objetivos: ver o objetivo comum do grupo. Processo de comunhão e união. Análise da realidade.
Desenvolvimento: (não dizer o objetivo da dinâmica).
O coordenador pede a todos que se coloquem no fundo da sala ocupando toda parede. Pede silêncio absoluto, muita atenção para a ordem que vai ser dada e que sejam rigorosamente fieis a ela. Deve manter silêncio durante a dinâmica.
A ordem é a seguinte: Vocês deverão procurar como grupo, atingir o outro lado da sala, da forma mais rápida possível e mais eficiente.
Repete-se a ordem várias vezes.
O coordenador dirá que a ordem não foi cumprida, pede ao grupo que recomece. Repita a ordem várias vezes, pedindo que haja silêncio.
NOTA: É bom que haja obstáculos pelo meio da sala (cadeiras…) dificultando a passagem. Ele considerará a tarefa cumprida quando julgar que o grupo se aproximou do ideal alcançando o outro lado unido, obedecendo ao ritmo um dos outros, tendo incluindo todos na travessia.
Em seguida fazer comentários sobre tudo que observaram e sentiram:
– Como cada um se sentiu?
– Quem se sentiu esmagado e desrespeitado?
– Quem ais correu ou empurrou?
– De que forma as lideranças foram se manifestando???
– Houve desistência no meio do caminho?
– Surgiram animadores???
Palavra de Deus: 1 Cor. 12,12-27 Sl 133
TAG: APRENDENDO SOBRE SÍ MESMO

Está todo mundo dormindo

Dinamicas de Grupo
Dinamicas de Grupo
HIPINOSE COM AS MÃOS
1. MATERIAIS: apito.
2. INSTRUÇÕES:
a. O grupo divide-se em duplas;
b. Cada dupla apoia mão com mão (D x D), de forma espalmada, sendo que um comenda os movimentos e o outro acompanha como se estivesse hipnotizado;
c. Quem comanda pode criar quaisquer movimentos; quem acompanha deve segui-lo, sem que as mãos se separem durante o jogo;
Nota: aquele que acompanha o comando deve apenas garantir que a mão fique colada.
d. Após um determinado tempo, inverter os papéis, repetindo o processo;
e. Trocar de duplas e prosseguir até o final;
f. Comentários sobre a experiência.
N. A.: Embora este jogo envolva a inversão de papéis entre os participantes foi classificado na 2ª fase, pois permite avaliar até que ponto o participante tem a percepção de si mesmo antes de inverter o papel com o outro.
HIPNOTISMO
1. MATERIAIS: não há.
2. INSTRUÇÕES:
a. em duplas, frente a frente;
b. uma pessoa sobrepõe a mão a poucos centímetros da outra pessoa e esta, como que hipnotizada, deverá seguir os movimentos, mantendo sempre a mesma distância;
c. o que comanda deverá criar uma série de movimentos;
d. o comando deve reproduzi-los com fidelidade ( como um reflexo de espelho);
e. após um determinado tempo, invertem-se os papéis;
f. trocar as duplas até que todos passem pela mesma experiência;
g. comentários sobre a experiência.
TIC-TAC POF-POF
1. MATÉRIAS: não há.
2. INSTRUÇÕES:
a. grupo em circulo, em pé;
b. um participante (ou E-A / D) inicia o jogo criando um movimento (ex.: bater palmas quatro vezes) e, em seguida, cria outro movimento (ex.: bate a mão direita na perna direita, quatro vezes) e assim por diante;
c. a pessoa a sua direita reproduz os movimentos do “guia”, no mesmo ritmo e cadência, repassando os a outro participante da sua direita, e assim por diante;
d. todos falam a senha conjuntamente, repetindo sempre a sequencia do guia, ou seja: tic tic-tac, tic-tac, pof-pof… tic tic-tac, tic-tac, pof-pof etc.;
e. após um tempo de aquecimento, aquele que errar sai do jogo.
Exemplo de sequencia de movimento:
• bater palmas, mão direita na perna direita, mão esquerda na perna esquerda, mão esquerda no cotovelo direito, mão direita no cotovelo esquerdo, pisar no chão com o pé direito etc.
Nota: Este é o tipo de jogo que exige treino e uma boa coordenação motora do Diretor (eu Ego – Auxiliar).
O EMBRULHO
1. MATERIAIS: música (gravador e fitas) , um objeto que represente a “batata quente”( pedaço de espuma, isopor etc.), papéis de vários tipos e tamanhos, fitas, cordas, fitinhas, jornal, durex, barbante, tesoura e fita adesiva.
2. INSTRUÇÕES:
a. grupo em circulo, sentados. Inicialmente o diretor explica o jogo da Batata Quente, isto é, ao som da música, todos deverão passa-la para o colega da esquerda, por exemplo. Não podem “jogar”. Devem colocar na mão do outro. Quando a música para, aquele que estiver com a “Batata” sai do jogo. Repete algumas vezes no início, sem que ninguém saia, para o aquecimento do grupo;
b. depois, o Diretor apresenta ao grupo vários materiais, que deverão formar um embrulho. Ele inicia com uma folha de jornal, por exemplo formando uma bola. A seguir, cada um fará um embrulho mostrando-o ao grupo;
c. no término dos “embrulhos”, o Diretor explica que recomeçará o jogo, mas desta vez, em quanto a música parar, a pessoa que estiver com o embrulho deverá abri-lo, retirando sempre a parte mais externa;
d. reinicia o jogo com a música, repetindo o mesmo processo até o final;
e. aquele que desembrulhar por último será o “vencedor”;
f. comentários.
LIMITE DE SI MESMO
1. MATERIAIS: giz.
2. INSTRUÇÕES:
a. solicitar ao participante que formem uma fila, como se estivessem num ponto de ônibus ou numa fila de banco fazendo de conta que não se conhecem;
Nota: Normalmente existe uma distância física (limite), que varia de pessoa para pessoa.
b. mostra-se aos participantes o “espaço-limite” de cada um e o quanto diferencia de pessoa para pessoa , através da Invenção de papéis. Desfaz-se a fila;
c. em seguida, o Diretor solicita que um participante fique a sua frente (aproximadamente 5 metros) e que use todos os sentidos para perceber a aproximação do Diretor. Antes de sentir-se “invalido”, deve pedir para parar;
Nota: Demarcar com giz até onde o participante permite a aproximação.
d. na sequencia, pede-se que feche os olhos e o Diretor repete o mesmo processo. Nesse caso, pode-se introduzir sons através de palmas, bater com os pés etc.;
e. repetir o mesmo jogo para cada participante;
f. comentários.
Nota: Normalmente, a distância modificar-se-á, ampliando-se, em função do campo tenso gerado. O Diretor deve caminhar, vagarosamente, em direção ao participante nas duas vezes, sem alterar o ritmo. Esse é um jogo dramático que demonstra claramente a diferença entre campo tenso e campo relaxado, avaliando a percepção e os limites de cada um.

TAG: TODO MUNDO DORMINDO
Dinâmica, Dinâmica de Grupo, Dinâmica evangélica, Dinâmica Cristã, Quebra-gelo, Quebra gelo, dinamica.idagospel.com

OUTRAS DINÂMICAS SEMELHANTES:

DINÂMICAS DIVERTIDAS PARA TODAS AS IDADES

DINÂMICAS PARA EMPRESAS

DINÂMICA CRISTÃS PARA JOVENS E ADOLECENTES

DINÂMICAS PARA A IGREJA

50 DINÂMICAS PARA COMPETIÇÃO

 

5 DINÂMICAS – APRENDENDO SOBRE SÍ MESMO

EM BUSCA DO OLHAR
OBJETIVOS: Trabalhar o aprofundamento da integração do grupo.
Incentivar o toque e exercitar a comunicação não-verbal.
MATERIAL: Não é necessário.
PROCESSO: O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável. Em seguida, pede-se que as pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoas cujo olhar lhe foi significativo.
Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo. Abraçam-se , tocam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador Ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também p e excelente para encerramentos de atividades grupais em que pessoas passaram algum tempo juntas.
PAPEL AMASSADO
OBJETIVOS: Levar os participantes a refletir sobre o seu aprendizado e avaliar a experiência vivenciada – o quanto foi válida e o quanto agregou de novo ao nível dos seus conhecimentos anteriores.
MATERIAL: Uma folha de papel em branco, som com CD ou tape-deck e a gravação da música “Como uma onda” ( Lulu Santos ou Leila Pinheiro).
PROCESSO: Informar que todos se preparem, pois “iremos realizar a prova final, de mensuração do nível de aprendizado do grupo”.
Distribuir uma folha de papel em branco para cada participante.
Pedir-lhes que deixem todo o material sobre as cadeiras, inclusive as canetas ou lápis, e “venham para formarmos um grande círculo”.
Orientar para que amassem, o máximo que puderem, a folha de papel.
Iniciar a música e , em seguida, solicitar que “voltem as suas folhas ao que eram antes, ou seja, desamassem-nas”.
Deixar a música tocar um bom pedaço.
Diz o facilitador: “ Ninguém, jamais, consegue tomar um banho num mesmo rio duas vezes… isso significa que, por mais simples, elementar ou superficial que uma experiência possa nos parecer, sempre é possível aprender-se algo novo com ela. Espero que vocês tenham aprendido algo diferente aqui e que a folha de papel das suas vidas nunca mais sejam as mesmas de quando vocês entraram aqui, no início desse evento. Que saiam modificados por algum aprendizado.”
Criar oportunidade para abraços e despedidas.
TERRA, CÉU E MAR
OBJETIVOS: Aquecer e exercitar o senso de direção, percepção de espaço e, naturalmente, descontrair.
MATERIAL: Não é necessário.
PROCESSO: O facilitador convida o grupo a formar uma fila única, uma atrás da outra, alinhadas da menor para a maior.
A fila deverá formar-se a partir de uma distância de, mais ou menos, um metro de onde está o facilitador.
Começa a orientação: “a fila onde vocês estão é denominada TERRA, à sua direita é o CÉU e à sua esquerda é o MAR”.
Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra… CÉU! Todos irão para o céu… MAR! Todos irão para o mar. Aqueles que “titubearem” ou deixarem de ir, vão sendo excluídos”.
Aos vencedores (ou aos três finalistas) oferecer um prêmio.
ESTOURANDO BALÕES
OBJETIVOS: Este é um exercício de competição, onde vencer[á aquele que conseguir manter-se, até o final, com os balões cheios, presos à cintura (ou pelo menos um).
MATERIAL: Balões coloridos, barbante.
PROCESSO: Distribuir dois balões (bexigas) para cada participante.
Distribuir, também, um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrá-lo à cintura, junto com os balões.
Encher os dois balões e prendê-los ao barbante, um de cada lado da cintura.
Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo ao mesmo tempo, os seus balões.
Deve-se utilizar, apenas, as mãos – evitar, portanto, objetos que possam provocar acidentes (palitos, unhas, alfinetes, etc.).
BALÕES NO AR
OBJETIVOS: Excelente momento para integração do grupo, processo de reencontro , congraçamento, celebração. É ideal para grandes auditórios.
MATERIAL: Balões coloridos.
PROCESSO: Distribuir um balão para cada pessoa (se possível prender cada balão com um pedaço de durex sobre cada cadeira).
Orientar para que todos encham os seus balões.
O exercício consiste:
Opção 1: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, apenas utilizando a cabeça.
Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.
Opção 2: Jogar os balões para cima, não os deixando cair, utilizando uma das mãos.
Efetuar a troca de balões com outras pessoas, tantas quantas forem possível.
Ao final, realizar um momento de celebração, estourando os balões ao mesmo tempo.

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DINAMICA GOSPEL – O AMOR SUPERA TUDO

DINAMICA GOSPEL – O AMOR SUPERA TUDO

80. O barco
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).
Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.
O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etv.
Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)
Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)
Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)
Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)
Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão)
Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal da certeza da nossa Salvação)
Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)
Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos alimentar, e aui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos – mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia – está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade).
Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.
(leitura  Mt 8, 23 – 27).
81. Palavra chave
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Bíblia.
Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;
A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave. Anotar esse versículo e a citação Bíblica.
Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1)
 Outras sugestões de palavras-chave:
 pedra, pedreira, pedregulho (“Tu és Pedro”)
 pobre, pobreza (“bem aventurados os pobres…”)
 oração, oratório, templo, culto (“Jesus se afastava da multidão para rezar”)
 criança (“deixai vir a mim os pequeninos)
 mulher (“tua fé te salvou”)
 semente (“se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo”)
 ouvido (“as minhas orelhas ouvem a tua voz”)
82. João Bobo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Pano para vendar os olhos de um menino
Descrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar de fora.
Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo – de preferência um menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala.
A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar.
Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! As pessoas devem empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de “João Bobo”.
Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo.
Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemos contar, é Deus!
83. Nome e significado
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Livro com o significado dos nomes (veja no nosso site)
Descrição: Faça o donwload dos significados dos nomes que temos em nosso site. (ou então procure em algumas bancas de jornal algum livro com os significados dos nomes).
Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados.
Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é o significado.
Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significado desencontrado.
Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido montados.
Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois, um a um lê em voz alta o seu nome e o significado para os demais.
Você pode então promover uma conversa com os participantes:
Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque?
Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa?
Por que nosso nome é importante para nós?
Será que Deus sabe o nosso nome?
O que quer dizer o texto de Isaías “Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!” e o que isso tem de importante na nossa vida?
Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) – pesquisar na Bíblia os seus significados, ets.
84. Ser Igreja
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)
Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para o outro sem deixá-las cair no chão.
Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar.
Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.
85. Somos criação de Deus
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Caneta e papel para todos os participantes
Objetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um.
Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de “palitinhos” ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?
Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono.
 Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos, nos influênciam? (O que elas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores, amigos, acrescentam algo a nós?)
Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador; desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de “desenhá-los”)
86. Dois Círculos
Participantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas.
Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.
Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.
Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.
87 – ABRE O OLHO
-Participantes: 2ª pessoas.
-Tempo estimado: 20 minutos.
-Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cassetete.
-Observação: Possíveis leituras do Evangelho – Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
-Descrição: Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste. Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência.
-Conclusão: Abre-se um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual. A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc. Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?

88 – AFETO
– Participantes: 7 a 30 pessoas
– Tempo Estimado: 20 minutos
– Modalidade: Demonstração de Afeto.
– Objetivo: Exercitar manifestações de carinho e afeto.
– Material: Um bichinho de pelúcia.
– Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.
APOIO
-Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 minutos.
-Material: Nenhum.
-Objetivo: Mostrar-lhes a importância de se apoiar no irmão.
-Descrição: O coordenador deve pedir a todos os participantes que se apóiem em um pé só, onde deveram dar um pulo para frente sem colocar o outro pé no chão, um pulo para a direita outro para esquerda dar uma rodadinha, uma abaixada e etc.
-Mensagem: Não podemos viver com o nosso individualismo porque podemos cair e não ter força para levantar. Porque ficarmos sozinhos e temos um ombro amigo do nosso lado?
89 – APRESENTAÇÃO
* Objetivos: – começar a integração do grupo: conhecer-se mutuamente;
– quebrar o gelo desde o princípio;
– demonstrar que todo membro do grupo é importante;
– dar uma primeira idéia dos valores pessoais dos membros participantes;
* Tamanho do grupo: 20 a 30 pessoas;
* Tempo: 45 minutos;
* Descrição: O coordenador explica que a dinâmica é feita para o conhecimento de quem é quem no grupo, e se pretende fazer apresentação a dois, para isso se formam pares desconhecidos que durante uns minutos esses pares se entrevistem, após a entrevista feita pelos pares volta ao grupo, e nisso cada pessoal fará apresentação da pessoa que foi entrevistada, não podendo fazer a sua própria apresentação. Quem estiver sendo apresentado vai verificar se as informações a seu respeito estão corretas conforme foi passada na entrevista. Termina com uma reflexão sobre a validade da dinâmica.

90 – ARTISTA
– Participantes: Indefinido.
-Tempo Estimado: 10 minutos.
-Material: Lápis e papel.
Modalidade: Deus em nossa vida.
-Objetivo: Mostra a todos que se não tivermos Deus em nossa vida tudo fica fora do lugar.
-Descrição: O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:
– Casa
– Nessa casa coloque janelas e portas.
– Ao lado da casa desenhe uma arvore.
– Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
– Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
– Por fim peça para escreverem a frase a baixo:
– SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.
Comentário: Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.
TAG: DINÂMICA: GOSPEL, CRISTÃ, EVANGÉLICA, GRUPO, PARA IGREJAS, CULTOS, REUNIÕES, APRESENTAÇÕES, MOTIVACIONAL, DINAMICA GOSPEL , APRENDENDO A PALAVRA, O AMOR SUPERA TUDO

 

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Deus é pastor e senhor de todos os homens e Jesus seu único filho!  

Pastor Julio Fonseca
Igreja Gospel
Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

Líder democrático

54. Líder democrático

Participantes: 30 pessoas

Tempo: 45 minutos

Material: caneta; uma cópia da relação de definições e das qualidades;

Descrição: o coordenador inicia falando sobre os quatro tipos de lideres, procurando enfatizar as características de cada um

1. Formando subgrupos demonstrará com ênfase, primeiro um líder autoritário, depois mudando o subgrupo demonstra o líder paternalista, com novos voluntário demonstra o líder anárquico e por último demonstra um líder democrático.

2. Após apresentar sem informar qual tipo de líder é, pedir ao grupo para defini-los e nomeai-los um a um, explicando depois um a um.

3. Após a nomenclatura distribui-se as qualidades do líder democrático, para cada membro, e discute-se sobre cada um.

Definições:

1. Sabe o que fazer, sem perder a tranqüilidade. Todos podem confiar nele em qualquer emergência.

2. Ninguém sente-se marginalizado ou rejeitado por ele. Ao contrário, sabe agir de tal forma que cada um se sente importante e necessário no grupo.

3. Interessar-se pelo bem do grupo. Não usa o grupo para interesses pessoais.

4. Sempre pronto para atender.

5. Mantém calmo nos debates, não permitindo abandono do dever.

6. Distingue bem a diferença entre o falso e o verdadeiro, entre o profundo e o superficial, entre o importante e o acessório.

7. Facilita a interação do grupo. Procura que o grupo funcione harmoniosamente, sem dominação.

8. Pensa que o bem sempre acaba vencendo o mal. Jamais desanima diante da opinião daqueles que só vêem perigo, sombra e fracassos.

9. Sabe prever, evita a improvisação. Pensa até nos minores detalhes.

10. Acredita na possibilidade de que o grupo saiba encontrar por si mesmo as soluções, sem recorrer sempre à ajuda dos outros.

11. Dá oportunidade para que os outros se promovam e se realizem. Pessoalmente, proporciona todas as condições para que o grupo funcione bem.

12. Faz agir. Toma a sério o que deve ser feito. Obtém resultados.

13. É agradável. Cuida de sua aparência pessoal. Sabe conversar com todos.

14. Diz o que pensa. Suas ações correspondem com suas palavras.

15. Enfrenta as dificuldades. Não foge e nem descarrega o risco nos outros.

16. Busca a verdade com o grupo, e não passa por cima do grupo.

Qualidades:

01. Seguro

02. Acolhedor

03. Desinteressado

04. Disponível

05. Firme e suave

06. Juízo maduro

07. Catalisador

08. Otimista

09. Previsor

10. Confiança nos outros

11. Dá apoio

12. Eficaz

13. Sociável

14. Sincero

15. Corajoso

16. Democrático

Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca