Fábrica de brinquedos de sucatas

Fábrica de brinquedos de sucatas

Objetivos: Desenvolver a capacidade de planejamento, comunicação, tomada de decisão, liderança e negociação.

Nº de Participantes: Não há limites

Material: Sucata, papéis coloridos, cola, tesoura, barbante e pincel atômico.

Desenrolar: Cenário: Nossa empresa quer reaproveitar sucatas e lançar novos brinquedos no mercado. Cada filial terá a chance de sugerir produtos para comercialização. O objetivo deste jogo é apresentar o maior número de produtos dentro de critérios de qualidade? Critérios de qualidade: Os brinquedos devem ser inovadores e criativos; bonitos, coloridos e resistentes; dentro dos padrões de altura mínima de 5 cm e máxima de 30 cm, seguidos de cartão de identificação com atributos e instrução de uso.

As necessidades da empresa

As necessidades da empresa

 

OBJETIVOS: Conscientizar os indivíduos acerca das necessidades da empresa. Promover a análise dessas necessidades e unificar o grupo de trabalho em prol da solução dos problemas.

 MATERIAL: Folha de papel em branco, lápis, quadro negro ou folhas de cartolina.

PROCESSO: O animador solicita a todos os participantes para que façam uma relação, respondendo, com frases curtas, à seguinte pergunta: “ O que a nossa empresa precisa para o seu bom funcionamento?”

Após, alguns minutos organiza-se no quadro negro ou em uma cartolina, uma lista que contém as respostas individuais dos participantes.

Uma vez terminada esta lista, pede-se que a mesma seja copiada por todos os presentes, colocando-se em primeiro lugar aquela frase que no entender de todos é a mais importante, e assim por diante, até a última frase até aquela que no entender do grupo é a menos importante, no momento.

A seguir, formam-se grupos para que os participantes possam trocar ideias acerca das soluções possíveis.

Depois do debate, o animador pede que a lista seja guardada, e cada qual, numa nova folha, fará outra relação, colocando as soluções encontradas e o que se espera atingir a curto médio e longo prazo.

Terminada esta relação, a pedido do animador, todos podem comparar a lista dos problemas com a lista de soluções e o animador irá anotar as melhores soluções conforme consenso do grupo.

Dinâmica de apresentação

Dinâmica de apresentação
Dinâmica de apresentação

Dinâmica de apresentação

Objetivo: conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.

Desenvolvimento:

Cada um dirá o próprio nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial do seu nome. Roberto Risonho.

O seguinte repete o nome do companheiro com o adjetivo e o seu apresenta acrescentando um adjetivo para o seu nome e assim sucessivamente.

Exemplos: Roberto Risonho, Nair Neutra, Luzia Linda, Inácio Inofensivo.

Dinâmica para conhecer candidatos

Dinâmica para conhecer candidatos
Dinâmica para conhecer candidatos

Dinâmica para conhecer candidatos

Quando se tem um grupo grande de entrevistados, uma dinâmica pode nos ajudar a entender as potencialidades dos entrevistados e assim perceber quais são os mais adequados ao tipo de serviço que será realizado pela empresa.

     

1.DANDO CONSELHOS


AJUDA MÚTUA. para o tipo não direcional.

Para quantas pessoas: Para grupos grandes

Material necessário: Papéis com as indicações de como devem se comportar as pessoas que farão as encenações e papéis com o resumo dos problemas que serão apresentados para todos os participantes.

Descrição da dinâmica: Os participantes recebem uma folha c

Objetivo: Experimentar diversos tipos de aconselhamento, orientando com a indicação dos casos que irão receber conselhos (Anexo 1 ) .Pede-se a 6 voluntários que representem os tipos de conselho- autoritário, exortativo, sugestivo, direcional, não direcional, eclético. Cada um recebe uma folha indicando o modo como deve se comportar.

(Anexo 2) -Pede-se outros seis voluntários que representem as pessoas que vêm pedir ajuda.

Realiza-se, então, seis pequenas encenações. Em cada uma delas uma pessoa apresenta o problema e recebe um tipo de conselho. Após cada encenação, os participantes fazem um pequeno cochicho para avaliar o que viram e ouviram.

Ao final, realiza-se um plenário de análise geral do que se passou.

Anexo 1:Alguns casos que podem ser apresentados: gora é uma pessoa com recursos muito limitados. Vive triste e tem a sensação de ser um “peixe fora d’água” Se

1 .Um senhor deixou uma vida ativa e cheia de responsabilidade. A nte-se dominado pelo tédio. Seus filhos já estão casados e ele vive sozinho.O que fazer da vida?

2 A vida de casados estava boa. O esposo conseguiu prosperar bem na vida. Agora entrou na vida dele uma mocinha bonita, que trabalha no mesmo lugar que ele. Ele afirma que é uma amizade pura e que esta mocinha é quem lhe dá um pouco de alegria e prazer à sua existência triste. A esposa pensa um pouco diferente. “Sempre fui uma boa esposa..Trabalhei até gastar minhas mãos. Desde os tempos difíceis estive ao lado dele. Nunca olhei para nenhum outro homem. Cuido bem da casa e sou uma pessoa econômica. Agora que prosperamos um pouco socialmente, poderíamos sair um pouco, curtir a vida.. como eu sempre esperei. E me deparo com esta situação. O que devo fazer?

Anexo 2.

Alguns tipos de entrevistadores.

1 .Autoritário: ordena, repreende, ameaça, condena, define: a única coisa que se pode fazer é. .o único caminho é. ..

2. Exortativo. Procura fazer com que o cliente assuma o compromisso de fazer ou deixar de fazer algo, diz coisas do tipo: “Deus ficaria feliz com esta ação”, ou então: “A pátria, teus pais, esperam isso de vocês”.

3. Sugestivo: Tenta ajudar dando ânimo e apoio, sem solucionar o problema. “Eu sei que você pode vencer, você já venceu coisas piores, isto não é o maior problema da sua vida, você vai ver que logo tudo estará resolvido…”.

4. Eclético. Fala muito, fala difícil, mas ninguém entende: “rodos os métodos buscam provocar uma catarse nas pessoas, a verbalização de problemas e vivências emocionais, conscientes ou inconscientes. Isso provoca por um lado aceitação e compreensão e por outro lado, suscita energias para a solução dos problemas…”.

5 .Direcional. Toma a iniciativa das soluções, dá indicações concretas.

6. Não-direcional Procura seguir o pensamento da pessoa ajudada. Espera que ela comece a conversa. Sempre devolve as questões. Pergunta sem concluir nada Acompanha a pessoa em seu processo de assumir o problema.

 2.  AGUENTAR MUITO

 

Objetivo: Ajudar à intercomunicação e aprofundar o como as pessoas do grupo

enxergam cada um dos membros Provocação ou diminuição de tensões.

Para quantas pessoas: Dinâmica que deve ser realizada em grupos que já têm um período de caminhada, de preferência, grupos pequenos. Descrição da dinâmica: Um voluntário se coloca à disposição do grupo.

Os demais participantes devem dizer o que pensam em relação a ele, evitando as considerações supérfluas, o excesso de elogios ou dizer coisas negativas e já na seqüência ficar se desculpando.

O que se colocou à disposição do grupo não pode desculpar-se O exercício não pode ser demorado.

Se as acusações forem muito duras, o assessor deve intervir e, se necessário, interromper o exercício Só se deve realizar esta dinâmica quando há um nível de confiança recíproca que permita escutar o negativo e buscar caminhos para superá-lo Se não for assim, o exercício se torna apenas destrutivo ou inútil.

Segue-se um momento de avaliação, no qual o que sofreu as observações dos demais participantes, pode comunicar ao grupo como se sentiu durante o trabalho, enquanto ouvia falarem de sua pessoa E o grupo avalia se o exercício teve algum proveito para todos Por quê?

3. TROCA DE SEGREDOS

 

DESENVOLVIMENTO PESSOAL.

Objetivo: Aprender a se aceitar e ajudar a desenvolver a empatia com os outros membros do grupo.

Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas.

Material necessário: Papel e caneta ou lápis para cada um.

Descrição da dinâmica: Cada um deve escrever no pedaço de papel que recebeu alguma dificuldade que encontra no relacionamento com os outros e que não gostaria de expor oralmente.Cada um deve despistar a própria letra e todos os papéis devem ser dobrados da mesma forma. O coordenador da dinâmica recolhe e mistura os papeizinhos. A seguir, são sorteados os papeizinhos entre os participantes da dinâmica e cada um assume o problema que estiver descrito no papel que pegou. Deve ler o problema em voz alta, explicar como se o problema fosse dele e propor alguma solução para o problema. Não se deve permitir debates nem perguntas Quando todos já tiverem falado, o coordenador poderá propor algumas questões para os participantes como você se sentiu ao ver o seu problema descrito? Como você se sentiu ao explicar o problema de um outro? O outro compreendeu seu problema? Você compreendeu o problema do outro? Como se sentiu em relação ao grupo?

4.      ESCUDO

 

DESENVOLVIMENTO PESSOAL

Objetivo: Ajudar as pessoas a exporem planos, sonhos, jeitos de ser, deixando-se conhecer melhor pelo grupo.

Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas.

Material necessário: Uma folha com o desenho do escudo para cada um e lápis colorido ou giz de cera suficientes para que as pessoas possam fazer os desenhos. O desenho do escudo deve ser assim.

Descrição da dinâmica: O coordenador da dinâmica faz uma motivação inicial (durante cerca de 5 minutos) falando sobre a riqueza da linguagem dos símbolos e dos signos na comunicação da experiência humana. Vamos procurar comunicar coisas importantes da nossa vida através de imagens e não apenas de coisas faladas. Cada um vai falar de sua vida, dividindo-a em 4 etapas. a. do nascimento aos seis anos; b. dos 6 aos 14; c. o presente; d o futuro.

Encaminha a reflexão pessoal, utilizando o desenho do escudo, que foi entregue para cada um. Na parte superior do escudo, cada um deve escrever na parte superior o seu lema, ou seja, uma frase ou palavra que expressem o seu ideal de vida Depois, em cada uma das quatro partes do escudo, vai colocar um desenho que expresse uma vivência importante de cada uma das etapas acima mencionadas.

O escudo ficará preenchido da seguinte maneira.

Em grupos de 5 pessoas, serão colocadas em comum as reflexões e os desenhos feitos individualmente, e, depois, conversa-se sobre as dificuldades encontradas para se comunicarem dessa forma

5. UMA PESSOA DE PRINCÍPIOS

JOGO COMUNITÁRIO.

Objetivo: Descontrair os participantes de uma reunião ao mesmo tempo em que desenvolve a criatividade.

Para quantas pessoas: Grupos com menos de 15 pessoas.

Descrição da dinâmica: Todos os participantes se sentam em círculo. O coordenador ao centro inicia o jogo narrando uma história de alguém, Ao contar fatos, viagens, opiniões, gostos, pede aos participantes que completem as frases sempre com palavras começadas com a letra inicial do nome do personagem. Por exemplo: Eu tenho uma amiga que se chama Luiza.

A peça de roupa que ela nunca deixa de usar é….(e aponta para alguém, que deve completar, por exemplo, com….luva) Sempre que viaja, ela vai para… Londres, O nome do namorado dela é … Luís.

Em casa, ela tem um bicho de estimação, que é uma….lesma.

Aquele que demorar muito para responder ou trocar a letra inicial vai para o centro, puxar o jogo, As perguntas devem ser feitas rapidamente.

6.      CAÇA AO TESOURO

 

APRESENTAÇÃO

Objetivo: Ajudar as pessoas a memorizarem os nomes umas das outras, desinibir, facilitar a identificação entre pessoas parecidas.

Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas, Se for um grupo maior, é interessante aumentar o número de questões propostas.

Material necessário: Uma folha com o questionário e um lápis ou caneta para cada um.

Descrição da dinâmica: O coordenador explica aos participantes que agora se inicia um momento em que todos terão a grande chance de se conhecerem. A partir da lista de descrições, cada um deve encontrar uma pessoa que se encaixe em cada item e pedir a ela que assine o nome na lacuna.

1 , Alguém com a mesma cor de olhos que os seus’

2, Alguém que viva numa casa sem fumantes:

3. Alguém que já tenha morado em outra cidade:

4, Alguém cujo primeiro nome tenha mais de seis letras.

5 Alguém que use óculos’

6. Alguém que esteja com uma camiseta da mesma cor que a sua.

7. Alguém que goste de verde-abacate’

8, Alguém que tenha a mesma idade que você,

9. Alguém que esteja de meias azuis’

10. Alguém que tenha um animal de estimação (qual?):

Pode-se aumentar a quantidade de questões ou reformular estas, dependendo do tipo e do tamanho do grupo.

7.  HISTORIA SUBSTANTIVADA

 

JOGO COMUNITÁRIO.

Objetivo: É um momento de descontração no meio ou no começo de um dia de trabalho, além disso, ajuda a desenvolver a criatividade e a capacidade de se trabalhar em grupo.

Para quantas pessoas: Equipes de 3 ou 4 pessoas (três pessoas serão os juízes) .

Material necessário: Uma folha com 20 substantivos, 10 adjetivos e 5 verbos para cada grupo. Papel e caneta para que possam anotar a história que tiverem inventado.

Descrição da dinâmica: Cada equipe recebe tem que inventar uma história em que entrem as palavras anotadas na folha de papel, na seqüência em que estão anotadas. Os substantivos e adjetivos devem ter os mais diferentes significados para que a história se torne bem interessante. O coordenador da dinâmica explica o que terá que ser feito e os grupos terão cinco minutos para prepararem sua história. Cada grupo lê sua história em voz alta para os demais. Ganha a equipe que respeitar melhor respeitar a seqüência dada na folha, que usar todas as palavras, que tiver feito a história dentro do prazo e se for bonito, gostoso, frito, maravilhoso, babento, bravo, sujo, cheiroso, transparente, azulado. verbos: comer, cair, chorar, pescar.

8. AS GARRAFAS

ORGANIZAÇÃO DO GRUPO

Objetivo: Analisar a importância da organização, diferenciando uma ação espontânea de uma ação planejada.

Para quantas pessoas: 20 ou mais pessoas

Material necessário: 6 garrafas vazias, de boca não muito estreita e areia na quantidade exata para encher as seis garrafas

A Descrição da dinâmica: Pede-se 6 voluntários que se colocam em fila e aos pés de cada um se coloca a garrafa vazia Distante dos participantes, cerca de 6 metros, se coloca a areia Todas as garrafas.

devem ser enchidas de areia A areia que for derramada para fora do recipiente não poderá ser reaproveitada. Ganha o que encher sua garrafa e, de volta ao seu lugar, colocar a garrafa aos seus pés O coordenador conta até três e dá a ordem de partida

Quando o primeiro chegar com a garrafa, os outros param Todos -, mostram o quanto conseguiram colocar em suas garrafas e quanta areia ficou esparramada. Em seguida, pede-se 6 novos voluntários e se repete o exercício.Antes de dar a ordem de partida, faz-se uma pequena avaliação de como e comportou a equipe anterior. Antes de se fazer uma terceira rodada da mesma atividade, avalia-se novamente o desempenho da equipe anterior.

 Finalmente, avaliam-se as três etapas da dinâmica.

Para esta discussão final, é interessante que as avaliações feitas em cada etapa estejam anotadas de forma que todos possam tê-las à vista.

O coordenador pede que todos reparem na avaliação da primeira rodada Pergunta por que as coisas se deram dessa maneira? E pode, a partir do que for dito pelo grupo, analisar os elementos de uma ação espontânea.

Ao analisar a segunda rodada, pode perguntar que elementos foram superados em relação à primeira? O que permitiu superar estas coisas? Neste momento, o coordenador pode retomar o que significa a experiência que se vai acumulando em relação ao planejamento e à ação e a importância de se refletir sobre ela A analisar a última volta, se retoma a fundo a necessidade de realizar ações de forma planejada, avaliando os erros e os acertos Posteriormente, analisa-se a importância de seguir os objetivos de forma coletiva e completa (e não apenas parcialmente), observando que não se tratava de uma competição, mas que o objetivo era que todos enchessem suas garrafas Foi dito no começo que “ganha aquele que conseguir encher sua garrafa e, de volta ao seu lugar, colocar a garrafa aos seus pés”

Logo depois desta etapa, o coordenador da dinâmica deve levar as pessoas a compararem a dinâmica com o que se passa na vida real de cada um dos participantes.

Recomendação Durante o desenvolvimento da dinâmica, o coordenador deve estar atento para que as avaliações sejam sobre a própria dinâmica e não se entre em reflexões sobre a vida Já na reflexão final deve atentar para que se deixe de lado o que aconteceu na dinâmica para que se analise a realidade.


9. A CANDIDATURA


Objetivo: Expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco

Para quantas pessoas: Grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.

Descrição da dinâmica: Cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão Por exemplo, ser presidente da Associação de Moradores, ser dirigente de um clube esportivo, etc.

Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como se deveria fazer a propaganda de sua candidatura.

O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha prevista.

O grupo avalia a dinâmica, o candidato diz como se sentiu. O grupo explica porque atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.

10. MURAL CRIATIVO

PRODUÇÃO.

Objetivo: Incentivar a criatividade do grupo

Para quantas pessoas: Grupos de 4 pessoas

Material necessário: Cartolinas ou pedaço de muro e tintas

Descrição da dinâmica: Cada grupo recebe uma cartolina ou um pedaço de muro para fazer ali a sua avaliação da atual sociedade O grupo deve se expressar dentro de uma linguagem que permita uma comunicação de estilo popular e que seja de bom gosto artístico. O grupo se reúne para escolher o tema e planejar o mural. E bom que disponham de um dia inteiro para realizá-lo, pois deverão aproveitar aos momentos livres para pintá-lo.

Organiza-se um momento de cochicho para que seja escolhido o melhor trabalho, justificando-se a escolha. O critério básico deve ser a criatividade do grupo.

Conversa-se sobre o valor que o exercício teve para o grupo

Dinâmicas de apresentação pessoal

Dinâmicas de apresentação pessoal

1 – OLÁ, COMO VAI?

Público e Contexto: Grupos em nucleação, encontros, retiros, com pessoas que não se conhecem.

Objetivo: “quebrar o gelo”

Material: nenhum

Tempo: 1 hora  (dependendo do número de pessoas é possível dividir em grupos e cada grupo realizar a sua dinâmica)

Desenvolvimento: Formar um círculo, com todos os participantes, pedir que cada um e apresente e procure conversar alguns minutos com a pessoa a sua esquerda e a sua direita. Pedir que todos mudem de posição aleatoriamente e pedir que após a mudança novamente se apresentem e conversem um pouco e falem sobre as duas pessoas com quem falaram antes. Depois cada membro fala em plenário, em no máximo 3 minutos, se apresenta e fala sobre as 4 pessoas às quais se apresentou.

2 – QUEM SOU EU

Objetivo: apresentação e entrosamento

 Material: papel, lápis, e lápis de cor.

 Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho como é sua vida, pode-se desenhar algo marcante.

 Exemplo: Seu trabalho, sua família, seu estudo, etc…

Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação, pois cada um não deve ser influenciado.

Num segundo momento as pessoas se reúnem num grupo em forma de circulo, se a quantidade de participante não for tão grande ou subgrupos se houver várias pessoas e se apresentam dentro do circulo dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o e dizendo porque escolheu fazer este desenho de sua vida.

As pessoas ficam a vontade para fazerem comentários e/ou perguntas.

Termino:

O ministrador diz que ele agora não está só, pois somos um em Cristo Jesus, e que ele pode contar com o apoio de todos.

3 – LOTERIA DE APRESENTAÇÃO

Objetivo
1- Favorecer o conhecimento entre os participantes de um grupo.
Passos

Prática

1- O coordenador entrega uma ficha e um lápis a cada participante, pedindo que escrevam seu nome e a devolvam à ele.
2- Entrega a seguir, o cartão de loteria, como o modelo abaixo:

|__________________|_______________________|________________|__________________|

|__________________|_______________________|________________|__________________|

e pede aos presentes que anotem o nome de seus companheiros à medida que forem lidos pelo coordenador, de acordo com as fichas entregues pelo grupo. Cada qual escreve no espaço que desejar.
3- Quando todos estiverem com o seu cartão pronto, o coordenador explica como jogar: conforme forem sendo repetidos os nomes dos participantes, cada um vai assinalando o cartão, no lugar onde consta o nome citado, como em uma cartela de bingo. A primeira pessoa que completar uma fileira, ganhará dez pontos.
O exercício poderá ser repetido várias vezes.

Avaliação
1- Para que serviu a dinâmica?

4 – Dinâmica de Apresentação

Para que todos se conheçam e se sintam a vontade no grupo, o professor solicita que os participantes formem subgrupos de dois, com parceiros que não se conheçam. Durante alguns minutos as duplas se entrevistam mutuamente, logo após voltam ao grupo grande e cada membro fará a apresentação do colega entrevistado. Ninguém poderá fazer sua própria apresentação.

5 – A troca de um segredo

Material necessário: pedaços de papel e lápis.

Desenvolvimento: os participantes deverão descrever, na papeleta, uma dificuldade que sentem no relacionamento e que não gostariam de expor oralmente;

A papeleta deve ser dobrada de forma idêntica, e uma vez recolhida, misturará e distribuirá para cada participante, que assumirá o problema que está na papeleta como se fosse ele mesmo o autor, esforçando-se por compreendê-lo.

Cada qual, por sua vez, lerá em voz alta o problema que estiver na papeleta, usando a 1ª pessoa “eu” e fazendo as adaptações necessárias, dando a solução ao problema apresentado.

Compartilhar: a importância de levarmos a cargas uns dos outros e ajudarmos o nosso próximo

Aprendendo a confiar e trabalhar em grupo

Aprendendo a confiar e trabalhar em grupo
Aprendendo a confiar e trabalhar em grupo.

Aprendendo a confiar e trabalhar em grupo

Tema: Confiança
Núm. de participantes : Mínimo 10
Material necessário : Tiras de panos para vendar os olhos para metade do grupo

Como Funciona :Formar ao menos 3 duplas, ou se quiser pode formar duplas com todo o grupo. Em cada dupla, uma pessoa é vendada e a outra a conduz para dar um passeio fazendo-a passar por situações diversas (se possível) escadas, por meio de cadeiras.

Depois de alguns minutos, inverter os papéis.
No final, fazer uma avaliação: Como foi a experiência, como se sentiu? como foi ser conduzido? como foi conduzir?

Moral:Devemos nos entregar nas mãos de Deus sem medo.

Tema: Mímica
Núm. de participantes : 10 ou mais
Material necessário : Nenhum

Como Funciona :Faça uma mímica que mostre como foi o dia de hoje pra você!

Moral:Uma ótima estratégia de quebra gelo. Não tem como não despertar o grupo.

Tema: Tiro pela culatra
Núm. de participantes : 10 pessoas ou mais
Material necessário :

Como Funciona :Todos em círculo, em uma grande roda. O líder explica a dinâmica que deve ser dito o seguinte: _Cada um deve escolher para a pessoa do lado direito, uma tarefa para que esse execute.

Quando todos tiverem escolhido a tarefa, o líder dá um novo comando:
_Cada pessoa deverá praticar a tarefa, exatamente como foi escolhida para o colega da direita.

É uma dinâmica bem engraçada e é muito utilizada como “quebra gelo “.

Moral:Podemos tirar vários objetivos para esta dinâmica, fica a seu critério.

ema: Vassoura
Núm. de participantes : 5 pessoas ou mais
Material necessário : Uma vassoura para cada participante.

Como Funciona :Cada um pega um vassoura e começa a “varrer” da sua vida coisas que não quer mais.

Moral:Ter a oportunidade de conhecer o coração dos membros para que possam estar orando pelo outro e também um período de alegria, pois sempre tem um que “varre” de forma engraçada ou diferente!

Tema: Carrossel Musical
Núm. de participantes : 20 ou mais
Material necessário : CD com louvores.

Como Funciona :Participantes de pé. Formar dois círculos com os participantes, com o mesmo número de pssoas em cada círculo, um círculo dentro do outro. O círculo de dentro da roda, fica voltado para fora de modo a formar duplas, frente a frente.

O facilitador coloca a música, solicitando que ambos os círculos girem para o lado direito, no rítmo da música.

Quando o facilitador para a música, o grupo deve parar onde estiver, procurando posicionar-se frente a frente, formando pares. Cada par deve dar-se as mãos, dizer o seu nome para o seu par, e responder a pergunta feita pelo facilitador (um falar para o outro a resposta).

O facilitador coloca novamente uma música e solicita que os círculos tornem a girar. Quando o facilitador para a música, repete-se o procedimento anterior, cada um vai se posicionar na frente de uma pessoa, formando um novo par, dizer o nome e responder um ao outro a pergunta feita pelo facilitador.

Repetir o mesmo procedimento várias vezes, sempre mudando a música e com perguntas diferentes.

Exemplos de perguntas:

O que mais me deixa feliz é…
O que eu mais admiro nas pessoas é…
O que eu mais gosto em mim mesmo é…
Amigo verdadeiro para mim é aquele que …
A coisa mais importante para mim é….
O que eu mais gosto de fazer é…
A minha diversão favorita é….

Dicas = Peça para que a pessoa em todas rodadas primeiramente diga seu nome e depois responda a pergunta um para o outro.
– Escolha as pessoas que irão formar os círculos, coloque as pessoas que mais se conhecem num círculo, e outro grupo de pessoas que mais se conhecem em outro círculo, assim quando girar o círculo a tendencia de cair pares desconhecidos é maior.

Moral:Promover maior conhecimento de si e do grupo.

Tema: Quebra cabeça
Núm. de participantes : Pelo menos 15
Material necessário : Um pequeno quebra cabeça com 15 ou mais peças, no máximo 30.

Como Funciona :Embaralhe as peças do quebra-cabeça, e distribua as peças para cada participante. Distribua 1 peça para cada um e para alguns pode dar mais do que uma peça. Você pode simbolizar que cada peça seja relacionada a um dom ou utilidade que a pessoa tem na obra de Deus, Mas, antes de tudo, sem que ninguém saiba, retire e guarde com você uma ou 2 peças.

Peça então que o grupo monte o quebra-cabeça, no final perceberão que está faltando uma ou mais peças.

Agora é com o líder: Após terem montado. Se faltou alguém que faça parte do grupo, cite por exemplo, que esta pessoa que faltou representa esta peça que está faltando.

Moral:O quebra cabeça inteiro representa o corpo de Cristo, todos fazemos parte do corpo, cada um tem uma utilidade, cada um tem importância e valor para completar algo na obra de Deus. O seu Dom, a sua presença é importante para nós. Não permita que ninguém pense que não tem algum Dom, que não tem alguma importância no grupo e para a obra de Deus. Pois você tem.

Tema: Artista
Núm. de participantes : No mínimo 6
Material necessário : Folha de papel e lápis para cada participante

Como Funciona :O dirigente pede para os participantes fecharem os olhos. Peça a cada participante que desenhe com os olhos fechados uma:
– Casa
– Nessa casa coloque janelas e portas.
– Ao lado da casa desenhe uma arvore.
– Desenhe um jardim cercando a casa, sol, nuvens, aves voando.
– Uma pessoa com olhos, nariz e boca.
– Por fim peça para escreverem a frase abaixo:
– SEM A LUZ DE DEUS PAI, DEUS FILHO, DEUS ESPÍRITO SANTO, TUDO FICA FORA DO LUGAR.
Peça para abrirem os olhos e fazer uma exposição dos desenhos passando de um por um.

Moral:Sem a luz e a presença do Pai, toda obra sai imperfeita. Deus é única luz. Sem ela só há trevas.

Dinâmicas de grupo para empresas

Dinâmicas para empresas
Dinâmicas para empresas

Dinâmicas de grupo para empresas

Dinâmica: Medo de Desafios

Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD). 

Procedimento: 
    Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja… ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
   Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa…é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem… Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:
   O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.

 
Dinâmica: do 1, 2, 3
 

 
Objetivo: Quebra-gelo

Procedimento: 
    1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil. 
    2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente. 
    3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar. 
    4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que deem uma “reboladinha”. 
A situação fica bem divertida
 
 
Dinâmica do Amor

Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos. 

Procedimento: 
    Para início de ano Ler o texto ou contar a história do “Coração partido” – Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: “Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?” O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho.” Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de… No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante.

 

Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”

 Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção. 

Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)

Procedimento: 
1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 
2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 
3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 
4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 
5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atrás de sua máscara… 
6. Abrir para discussões no grupo

 

Autores: 

Dinâmica de apresentação e entrosamento

Dinâmica de apresentação e entrosamento
Dinâmica de apresentação e entrosamento

Dinâmica de apresentação e entrosamento

Quem sou eu

 

 

Objetivo: apresentação e entrosamento

 

Material: papel, lápis, e lápis de cor.

 

Desenvolvimento: cada um deve retratar num desenho como é sua vida, pode-se desenhar algo marcante.

 

Exemplo: Seu trabalho, sua família, seu estudo, etc…

Dar um tempo para este trabalho individual que deve ser feito em silêncio, sem nenhuma comunicação, pois cada um não deve ser influenciado.

Num segundo momento as pessoas se reúnem num grupo em forma de circulo, se a quantidade de participante não for tão grande ou subgrupos se houver várias pessoas e se apresentam dentro do circulo dizendo o nome, de onde vem, mostrando o seu desenho explicado-o e dizendo porque escolheu fazer este desenho de sua vida.

As pessoas ficam a vontade para fazerem comentários e/ou perguntas.

 

Termino:

O ministrador diz que ele agora não está só, pois somos um em Cristo Jesus, e que ele pode contar com o apoio de todos.

Palavra de Deus: Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram; Romanos 12:15